Fim do Dinizismo na Seleção Brasileira. Ao menos, por ora. Um dia após voltar ao cargo por força de decisão unilateral do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, o presidente da CBF demitiu o treinador Fernando Diniz do comando da Seleção Brasileira.
Até o momento, Dorival Júnior, treinador do São Paulo e atual bicampeão da Copa do Brasil, é o favorito de Edinaldo para assumir o cargo.
Contratado como interino no lugar de Ramon Menezes (que também esteve no cargo como interino), Diniz ficaria no cargo até a disputa da Copa América, quando, segundo a Edinaldo Rodrigues, Carlo Ancellotti – treinador do Real Madrid – assumiria a Seleção Brasileira.
Ancellotti, que nunca disse que tinha aceitado o convite para treinar o Brasil, renovou contrato com o Real Madrid – na última sexta-feira (29), até 2026.
Histórico
Treinador do Fluminense desde 2022, Fernando Diniz conseguiu no time carioca os seus maiores feitos da carreira: título de campeão carioca e da inédita Libertadores, em 2023. Em seu último jogo, conquistou o segundo lugar do Mundial de Clubes da Fifa, após ser goleado pelo Manchester City, por 4 a 0.
Na Seleção, no entanto, Diniz não repetiu os mesmos feitos: três derrotas consecutivas com o Brasil nas Eliminatórias da Copa do Mundo, tendo conquistado três recordes negativos: derrota para o Uruguai após oito anos de invencibilidade nas Eliminatórias, primeira derrota para a Argentina no Brasil e empate em casa contra a Venezuela.
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