- Vitória, ES 24°C

Vitória 24°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
Famosos

Tatá Werneck e Cauã Reymond não são obrigados a depor em CPI, decide Justiça

Tatá e Cauã fizeram propaganda para uma empresa investigada por esquema de pirâmide de criptomoedas

Tatá Werneck e Cauã Reymond não são obrigados a depor em CPI, decide Justiça
- Tatá Werneck e Cauã Reymond não vão precisar depor em CPI
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

Com quase três décadas de atuação, a Folhapress é a agência de notícias do Grupo Folha e compartilha o compromisso da Folha de São Paulo com a produção de um jornalismo crítico, moderno, pluralista e apartidário, assegurando a geração e distribuição de um noticiário ágil, confiável e independente.

Última atualização














|









Texto Auxiliar
Link Externo









Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:



Tatá Werneck e Cauã Reymond não precisarão mais depor na CPI das pirâmides financeiras. Os artistas, assim como Marcelo Tas, foram convocados no começo deste mês para explicar a relação com uma empresa de criptomoedas.

A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, ao entender que a presença dos dois não é obrigatória, mas facultativa. Se optarem por comparecer, têm o direito de permanecer em silêncio.

Leia mais notícias de Famosos aqui

Tatá e Cauã fizeram propaganda para a uma pirâmide de criptomoedas de R$ 7 bilhões que usava um falso robô para atrair investidores prometendo lucro rápido. A empresa deu um golpe financeiro que teria deixado mais de 200 mil vítimas no Brasil e em outros países.

Em conversa com a Folha de S.Paulo, o advogado da atriz disse que estava perplexo pela convocação e ressaltou que ela não possuía mais nenhum vínculo com a empresa e que não aceitaria participar de propagandas se soubesse dos casos.

“Tatá atuou somente como garota propaganda, há longínquos cinco anos, ocasião em que não havia nada que desabonasse aquela empresa. É óbvio que se se soubesse que a empresa viria a se envolver em algum escândalo, lesando seus consumidores, ela jamais aceitaria vincular sua imagem àquela empresa”, disse Ricardo Brajterman.














|









Texto Auxiliar
Link Externo










Mais Lidas

Ver tudo ›