“Diga mochila! Mais alto!”. É quando ela precisa de ajuda. “Raposo não pegue!” tem que ser falado três vezes para que seus objetos não sejam levados pelo vilão.
A criançada sabe bem como socorrer Dora, a pequena aventureira da animação que faz sucesso há 19 anos na telinha. Mas agora, nos cinemas, ela é uma adolescente. E seus desafios também serão maiores!
Uma grande aventuras chega à telona em “Dora e a Cidade Perdida” na quinta-feira (14) . Nele, Dora (Isabela Moner, que passou a usar sobrenome Merced) quer seguir com seus pais (Michael Peña e Eva Longoria) pela Amazônia peruana em busca da cidade de Parapata, uma cidade de ouro.
Mas eles têm uma outra ideia. Mandar a filha para os Estados Unidos para rever seu primo Diego (Micke Moreno) e ficar em segurança.
Mas não vai demorar para Dora retornar à floresta. Com o macaco Botas, a mochila falante, alguns amigos da escola e um antigo amigo, Alejandro (Eugenio Derbez), ela terá que encontrar seus pais, a cidade de ouro e descobrir quais são os verdadeiros tesouros de sua vida.
CURIOSIDADES
Troca de nome
- Isabela Merced pode não ser um nome muito conhecido, mas Isabela Moner já foi vista anteriormente na telona em “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017) e “De Repente uma Família” (2018).
- A atriz de 18 anos resolveu mudar seu nome artístico e revelou o motivo em entrevista ao Refinery29: é uma homenagem à sua avó, que não chegou a conhecer.
- “Isabela Merced representa tudo que me definiu e que continuará a me definir. Representa os valores que foram passados para mim através de minha avó. Ela era uma força da natureza, sem medo de nada, sempre pronta para qualquer desafio e qualquer pessoa que dizia que ela não conseguiria fazer nada. Ao mesmo tempo, ela amava sua família. Essa sou eu! Espero continuar o legado de minha avó porque ela nos deixou muito cedo”, explicou.
A vida inteira
- A atriz Isabela Merced impressiona pela semelhança com a Dora da animação. “Eu fui chamada de Dora minha vida inteira. Quando cortei franja então… foi uma loucura!”, disse a atriz em entrevistas sobre o filme.
- Vivendo a mãe de Dora na história, Eva Longoria completou que as semelhanças vão além da parte física. “Isabela é Dora. Não poderia ter alguém melhor para interpretar Dora. Ela é uma aventureira”, afirmou.
Indiana Jones
- Em “Dora e a Cidade Perdida”, Dora e seus amigos se aventuram nas selvas para resgatar seus pais e impedir que criminosos roubem tesouros antigos. Soa familiar? Sim, o filme, segundo o diretor James Bobin bebe bastante da fonte do clássico “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), estrelado por Harrison Ford.
- Ainda inspirado pelo filme, há cenas em que a turma precisa resolver enigmas mortais para chegar ao tesouro.
Amigos da aventureira
- As aventuras de Dora nunca seriam completas sem a ajuda de seus confiáveis companheiros, a Mochila e o Mapa. Embora eles sejam vistos apenas brevemente na imaginação de Dora, os dois ainda fazem parte do filme.
- A Mochila está um pouco diferente, mas o Mapa ainda é o mesmo pergaminho sorridente de papel.
Animação
- Na animação criada há 19 anos, Dora é uma menina de sete anos, latino-americana, que vive altas aventuras na floresta com sua mochila e mapa falantes e seu melhor amigo, o macaco Botas. O grande vilão da história é o Senhor Raposo, que tenta a todo momento roubar objetos de Dora. Então, a menina quebra a quarta parede e pede a ajuda da criançada, para mandar o ladrão embora.
Botas fala
- O melhor amigo de Dora, Botas, é um macaco que não consegue falar. No filme, o simpático símio faz os ruídos característicos dos macacos. Mas há uma breve cena em que Botas fala. Na versão legendada do filme.
Cultura latina
- Para a atriz Eva Longoria, “Dora e a Cidade Perdida” é um filme “autenticamente latino” e isso contou na hora de aceitar o convite para filmar somente dois meses depois de dar à luz Santiago, hoje com 1 ano e meio.
- “É importante para dar maior visibilidade. É simples: Dora é latina, seus pais e seu melhor amigo também são latinos e toda a diversidade da cultura latina está no filme”, disse.