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Romance sertanejo nos cinemas

Fama, sucesso, muita grana, fãs gritando o seu nome, redes sociais bombando. O cowboy popstar vive o sonho do estrelato. Então, um apagão, uma ...

Romance sertanejo nos cinemas
- Gabriel Sater vive cantor sertanejo que volta para o interior em busca de inspiração e encontra seu amor, interpretado por Thaila Ayala, no filme que homenageia Chitãozinho e Xororó

Última atualização

Gabriel Sater vive cantor sertanejo que volta para o interior em busca de inspiração e encontra seu   amor, interpretado por Thaila Ayala, no filme que homenageia Chitãozinho e Xororó (Foto: Divulgação)
 

Fama, sucesso, muita grana, fãs gritando o seu nome, redes sociais bombando. O cowboy popstar vive o sonho do estrelato. Então, um apagão, uma tristeza sem fim.

É hora de largar as músicas com refrão “chiclete” e voltar para a vida simples do campo. “Nunca é tarde para buscar o que te faz feliz. E ninguém pode fazer isso por você”, defende Gabriel Sater, 36 anos, que vive Lucca, em “Coração de Cowboy”, hoje nos cinemas.

E, então, chega o amor. E sobe o som. “Chega de mentiras, de negar o meu desejo. Eu te quero mais que tudo. Eu preciso do seu beijo”. Aí, sim!

Esse romance caipira será embalado pelos versos apaixonados de “Evidências” e muitas outras canções de Chitãozinho e Xororó, os grandes homenageados pelo filme de Gui Pereira, com Thaila Ayala no elenco e participações de Marcos e Belluti, Rio Negro e Solimões, Família Lima e Ricky Sollo.

Na conversa com o AT2, Gabriel, filho de Almir Sater, disse que se identifica com seu primeiro papel nas telonas. “É impossível me desligar do Pantanal, da vida no campo. É de onde venho, onde fui criado”, diz.

“Às vezes, a gente esquece de viver” – Gabriel Sater ator, cantor e compositor

Gabriel Sater: Há muitas semelhanças. A nossa raiz de homem do campo, a identificação com a música sertaneja de raiz, essa é uma das minhas influências musicais. Eu também procuro sempre estar em contato com a natureza, isso me alegra.
E, no início do filme, ele é muito mulherengo. Teve uma certa fase da minha vida em que eu também fiquei assim, dei os meus pulos. (Risos) Mas isso faz tempo… Depois que eu casei, dei uma sossegada. E já tem 12 anos. Agora estou aposentado, mas, quando era mais novo, era muito namorador. (Risos)

AT2: E essa história de voltar às raízes para buscar inspiração? Você se identifica? Já teve um “apagão”?
Gabriel Sater: Minha veia artística é bastante frutífera, graças a Deus. Mas, se eu falar que nunca tive apagões produtivos, estaria mentindo. Logo que eu fui morar em São Paulo, aconteceu um deles. Antes, eu estava sempre na beira do rio, perto da natureza. Então, fui para São Paulo e fiquei confinado em um apartamento. Perdi a minha inspiração. Fiquei triste, deprimido, isso acabou comigo. Então, fui para o Pantanal, me conectei novamente com a natureza. Eu preciso disso para a melodia acontecer. É muito louco.

Leia a entrevista completa na edição do jornal A Tribuna desta quinta-feira (27).

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