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BATALHA JUDICIAL

Pais impedem cirurgia de bebê com receio de “sangue vacinado”

Caso abriu uma batalha judicial na Nova Zelândia. Autoridades de saúde querem custódia parcial da criança

Pais impedem cirurgia de bebê com receio de “sangue vacinado”
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Foto de perfil de Nathália Cantarela

Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

Última atualização

Uma situação controversa abriu uma batalha judicial na Nova Zelândia. O caso envolve os pais de um bebê que precisa passar por uma cirurgia de emergência  para corrigir um problema cardíaco. Eles teriam impedido que o filho passe pelo procedimento com receio de que o doador de sangue tenha tomado vacina contra covid-19.

Segundo informações do site O Globo, a operação urgente teve que ser adiada porque os pais não querem que o filho receba sangue de doadores que tenham tomado vacinas de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer e da Moderna. 

A atitude fez as autoridades de saúde do país abrirem um processo judicial pedindo a custódia parcial do bebê, que tem apenas quatro meses. Eles rejeitam o pedido dos pais, uma vez que os bancos de sangue do país não fazem distinção entre doações de pessoas vacinadas ou não contra o coronavírus.

Com a custódia, os cuidados médicos do bebê ficariam em responsabilidade do órgão neozelandês, e o bebê, que não teve o nome divulgado, realizaria o procedimento. Informações dão conta de que não há risco extra pelo uso de sangue de pessoas que receberam as vacinas e as autoridades acreditam que a operação é o melhor para a criança.

O caso gerou manifestação no país. Nesta terça-feira (06), quase 150 manifestantes antivacina se reuniram para expressar apoio aos pais do bebê, protestando em frente ao Tribunal de Auckland, que julga o caso. No país, um pequeno grupo de pessoas é contrário à medidas anticovid e até mesmo às vacinas. O país ainda vive limitações de viagens, confinamento e outras restrições. 

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