- Vitória, ES 22°C

Vitória 22°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
LANÇAMENTO

Capixaba muda nome artístico e lança álbum com participação de Fernanda Takai

Melancolia, nostalgia e Linhares compõem o universo de “Avenida Saudade”

Capixaba muda nome artístico e lança álbum com participação de Fernanda Takai
- Nogueira e Fernanda Takai
Foto de perfil de Flávio Carvalho

Flávio Carvalho

Formado em Jornalismo pela Faesa, atua na Rede Tribuna desde 2012, onde começou como estagiário. Já integrou a equipe de produção de pautas para a editoria de Cidades, e há mais de 8 anos cobre cultura e celebridades no jornal. Na área de assessoria de comunicação, estagiou em instituições públicas e privadas. Também atendeu artistas capixabas e festas.

Última atualização

















|














Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: false
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: true
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:


 

Melancolia, nostalgia e Linhares compõem o universo de “Avenida
Saudade”, novo disco da capixaba Bella Nogueira, que agora é
apenas Nogueira. Lançada na quinta-feira (08), a coletânea de sete
faixas conta com as participações de Fernanda Takai e John Ulhoa,
casal fundador do grupo mineiro Pato Fu. Enquanto a cantora convidada
empresta sua voz para “Esquina”, seu marido criou um solo de
guitarra para “Encruzilhada”.

“Sou apaixonada
pelo Pato Fu e acompanho a banda desde quando comecei a compor. Eles
sempre foram referência para mim, de como fazer música pensando
‘fora da caixa’. Cantar com Fernanda, que é uma artista em quem
me espelhei muito como vocalista e como compositora, em um mercado
ainda escasso na representatividade feminina no rock nacional, é
surreal”, comemora Nogueira.

 
















|














Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:


 

O disco ainda conta
com a participação do também linharense Cainã (Cainã e A
Vizinhança do Espelho), na melancólica “Incômodo”, e foi
concebido para contar sua caminhada na música. Nogueira abandonou
cedo o conforto de sua casa em Linhares ao se aventurar em busca de
consolidar-se como compositora. Foram sete anos longe da cidade e a
paixão pelo município fica evidente em “Linhares”. Na
faixa, frases de sopro reproduzem trechos do hino oficial do
município, composto por Francisco Correia de Amorim.

“Esse meio tempo
que passei fora ditou toda essa saudade que eu quis descrever no
disco, e por isso o nome. É como se eu tivesse caminhado por uma
longa avenida, até poder voltar para casa e retomar o contato com
minha essência, minha origem”, descreve a artista.

“Avenida Saudade”
vai ao ar nas plataformas digitais e exibirá diversos projetos
visuais no YouTube, todos eles com foco prioritário em ações de
acessibilidade para a comunidade surda.

Como resultado do trabalho, a
artista apresentará um documentário sobre o processo de criação da obra, intitulado “Um passeio pela
Avenida Saudade”, também dirigido por ela, além de lançar lyric
vídeos com uma interpretação de Libras
que inverte os fatores tradicionais na plataforma de vídeo: a imagem
prioritária será a performance em Libras, em tela cheia, fugindo do
pequeno espaço geralmente destinado aos intérpretes em produções
audiovisuais. Quem assina a mentoria e tradução das canções para
a Libras é a paulistana Karina Zonzini.

Mudança de nome

Conhecida nas cenas
capixaba e nacional pelo trabalho autoral e por produções culturais
como o festival acessível ExFest, a cantora e compositora Bella
Nogueira passa a utilizar apenas o “Nogueira”. Segundo ela,
assinar apenas seu sobrenome permitirá um “abandono de gênero”,
oportunizando assim que as pessoas tenham a experiência de escutar o
disco, no primeiro momento, sem predefinir uma imagem específica de
quem está por trás da obra.

“Esse trabalho me
permitiu um renascimento artístico e estou me reapresentando ao
mercado como uma nova artista. Ser ‘só’ Nogueira me dá a
oportunidade de chegar ao público com uma música sem rótulos e sem
carregar um histórico baseado no que construí de trajetória até
aqui. Já não sou mais a mesma artista e, por isso, precisei
renascer”, afirma Nogueira.

Mais Lidas

Ver tudo ›