- Vitória, ES 23°C

Vitória 23°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
MERCADO MUSICAL

Vendas de vinis superam as de CDs pela primeira vez desde 1987

A volta do vinil nos Estados Unidos acontece há anos e é alimentada principalmente por fãs de indie rock

Vendas de vinis superam as de CDs pela primeira vez desde 1987
- Discos de Vinil voltam à moda e já vendem mais que CDs nos Estados Unidos
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

Com quase três décadas de atuação, a Folhapress é a agência de notícias do Grupo Folha e compartilha o compromisso da Folha de São Paulo com a produção de um jornalismo crítico, moderno, pluralista e apartidário, assegurando a geração e distribuição de um noticiário ágil, confiável e independente.

Última atualização

 
















|














Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:


 

As vendas de discos de vinil superaram as de CDs nos Estados Unidos pela primeira vez desde 1987, de acordo com um relatório do grupo comercial Recording Industry Association of America divulgado nesta quinta-feira (10). Foram cerca de 41 milhões de vinis contra cerca 33 milhões de CDs.

A venda de vinis cresceu 17%, alcançando U$ 1,2 bilhão (R$ 6,19 bilhões) em 2022, o 16º ano seguido de crescimento do setor. O valor corresponde a quase o dobro do acumulado dois anos antes. Já a venda de CDs caiu 18% no ano passado, rendendo U$ 483 milhões (R$ 2,49 bilhões). A venda de vinis equivaleu a 71% da receita das vendas de música gravada.

Segundo o jornal The Wall Street Journal, que divulgou o relatório, a volta do vinil nos Estados Unidos acontece há anos e é alimentada principalmente por fãs de indie rock que acreditam que o formato tem som superior e por jovens atraídos pela nostalgia das vitrolas.

Leia mais:

Às voltas com sua biografia, Roberta Miranda fala sobre sexualidade

Nelly Furtado pede direitos autorais de “Lovezinho”, hit do Carnaval

Também alimentadas pelas aquisições de vinis, as vendas de músicas gravadas aumentaram 6%, alcançando o valor recorde de U$ 15,9 bilhões (cerca de R$ 82.6 bilhões) em 2022. O ano é o sétimo seguido de crescimento do setor, que é impulsionado principalmente pelo streaming -responsável por 84% da receita da área no ano passado contra 11% das mídias físicas.

A receita gerada por serviços de música por assinatura paga cresceu 8%, alcançando U$ 10,2 bilhões (R$ 52,65 bilhões). A média anual de assinantes desse tipo de serviço -que inclui a versão paga do Spotify e o serviço de música do Amazon Prime, por exemplo- crescer para 92 milhões. Em 2021, a média havia sido 84 milhões.

Já a receita da música de serviços a base de anúncios, como a versão gratuita do Spotify e o YouTube, aumentou em um ritmo mais lento que o dos últimos anos. O valor cresceu 6% para U$ 1,8 bilhões (R$ 9,29 bilhões) e corresponde a 11% da receita total das vendas de música do ano passado.

Leia mais:

Roberto Carlos programa show em Cachoeiro no mês de abril

Artista fotografa Mamonas Assassinas e imagens viralizam nas redes sociais

Mais Lidas

Ver tudo ›