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Secretário de segurança e deputado federal são intimados por defesa de capitão Assumção em processo da greve da PM

O secretário de Segurança Pública André Garcia e o deputado federal Carlos Manato foram intimados pela defesa do capitão Lucínio Castelo de Assumção, ...

Secretário de segurança e deputado federal são intimados por defesa de capitão Assumção em processo da greve da PM
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Manato e André Garcia são intimados pela defesa do Capitão Assumção. Foto/ Divulgação

O secretário de Segurança Pública André Garcia e o deputado federal Carlos Manato foram intimados pela defesa do capitão Lucínio Castelo de Assumção, acusado pela Justiça Militar de participação na greve da PM, em fevereiro do ano passado.

Segundo os fatos narrados na denúncia enviada à Justiça Militar, no dia 25 de fevereiro do ano passado — último dia da paralisação dos policiais militares — em frente à sede do 4ª Batalhão da PM, em Vila Velha, coronel Ilton Borges comandava uma operação que tinha como objetivo cumprir um mandado de prisão contra o capitão Assumção. 

De acordo com a denúncia, o capitão estaria junto a outros militares e familiares de PMs, realizando bloqueio em frente ao batalhão. A denúncia diz que quando o coronel e demais policiais chegaram para cumprir o mandado, houve confusão, culminado até em luta corporal entre os envolvidos para evitar a prisão.  Na oportunidade Assumção conseguiu sair do local da confusão e foi para casa, de acordo com a denúncia, mas se entregou três dias depois.  

Procurado pela reportagem, o secretário de segurança  informou que não vai se manifestar sobre o assunto. Já Manato, que será ouvido por meio de carta precatória enviada a Brasília, afirmou “vou falar soube o que sei, até onde participei e o que não participei. Vou falar a verdade”. 

Assumção ficou preso no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (PM) em Maruípe, Vitória, e teve o pedido de soltura feito pela Justiça, em 22 de dezembro do ano passado, após o juiz Marco Antonio Barbosa de Souza aceitar um pedido de habeas corpus. Ele estava detido “de forma preventiva para garantir a ordem pública e preservar a hierarquia e disciplina da tropa”, segundo a Justiça. 

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