Anúncio
RECIFE

Médico se posiciona sobre morte de paciente que fez harmonização de glúteos

Marcelo Vasconcelos apresenta sua defesa, afirmando que seguiu todos os protocolos de segurança

Em nota, o advogado declarou que o médico está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina do Ceará (CRM/CE) sob o nº 19283
Foto de perfil de Aline Moura

Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização


O médico Marcelo Alves Vasconcelos, que realizou o procedimento estético de harmonização de glúteos na comerciante Adriana Barros Lima Laurentino, de 46 anos, defendeu-se, nesta terça-feira (14), por meio de um comunicado assinado pelo advogado Lymark Kamaroff, inscrito na OAB/RJ sob o nº 109.192. Adriana faleceu poucas horas após a intervenção, realizada na clínica Bodyplastia, no Recife.

Em nota, o advogado declarou que o médico está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina do Ceará (CRM/CE) sob o nº 19283, e lamentou profundamente o ocorrido. Ele reforçou que “não há nexo de causalidade entre a intercorrência sofrida pela paciente e a atuação do Dr. Marcelo”. Segundo a defesa, o procedimento foi conduzido dentro dos padrões técnicos e éticos da profissão.

O advogado destacou que, embora o sigilo médico impeça a discussão detalhada do caso, é importante esclarecer que:

1 – Ausência de falha técnica: O Dr. Marcelo agiu conforme os padrões de boa prática médica. Intercorrências cirúrgicas, no entanto, podem ocorrer, e este caso é tratado como uma fatalidade.

2 – Consentimento informado: A paciente assinou um termo de consentimento, no qual foi informada sobre os riscos potenciais, incluindo complicações e intercorrências.

3 – Planejamento cuidadoso: Adriana não apresentava comorbidades ou contraindicações para a realização da bioplastia glútea. O procedimento seguiu rigorosos padrões de segurança e qualidade.

Por fim, o advogado afirmou que maiores detalhes só poderão ser analisados com informações adicionais sobre o caso. “Era o que tínhamos a informar, me colocando à disposição para prestar, dentro da limitação legal imposta, maiores informações”, concluiu.

O caso segue sob investigação do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), que apura as condições do procedimento e da clínica onde foi realizado.

Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.