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CONCLUSIVO

CASO MARIA EDUARDA: laudo do IML aponta causas da morte da advogada

Delegado que investiga o caso recebeu resultados do exame mais recente feito pelo Instituto de Medicina Legal que se soma a investigação do naufrágio

CASO MARIA EDUARDA: laudo do IML aponta causas da morte da advogada
- Maria Eduarda Medeiros estava com a cadelinha de estimação no momento do naufrágio
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Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


Com informações do repórter Carlos Simões, da TV Tribuna

Em mais um dia de acompanhamento das investigações que apuram a morte de advogada Maria Eduarda Medeiros, vítima de um naufrágio no último dia 21 de junho, a equipe de reportagem da TV Tribuna PE apurou com exclusividade as conclusões a que chegaram os ultimos exames feitos pelo Instituto de Medicina Legal no corpo da advogada.

O laudo do IML foi entregue ao delegado Ney Luiz, da delegacia de Porto de Galinhas, que investiga o caso. Segundo o laudo, a advogada Maria Eduarda Medeiros faleceu por afogamento. Dúvidas que pairavam sobre a posição em que o corpo estava quando foi encontrado, quatro dias após o naufrágio, e a presença de ferimentos no braço dela, também foram esclarecidas pelo IML. 

CONCLUSÕES DO IML

Segundo o delegado Ney Luiz, que conversou com o repórter Carlos Simões, as lesões encontradas no corpo da advogada foram causadas após o afogamento. Em relação a posição do corpo, apesar de pouco usual, não inviabiliza o laudo técnico que constatou a morte, de fato, por afogamento. 

A expectativa agora fica para o depoimento do médico Seráfico Júnior para a polícia, que deve acontecer nos próximos dias. Ele era o dono do barco e comandava a embarcação quando houve o acidente que fez o pequeno veleiro virar, causando a morte da advogada. Seráfico Júnior era namorado de Maria Eduarda e havia pedido ela em casamento naquele fatídico dia.

Até agora a polícia ouviu a mãe e o irmão da advogada, além de funcionários do condominío onde o casal estava hospedado. Um pedreiro que mora em frente a boca da barra onde o acidente aconteceu, e foi testemunha ocular de quando o barco virou, também foi ouvido. Esse depoimento foi repetido a repórter Simone Santos, da TV Tribuna. O pedreiro alegou que o local por onde o casal navegava pode se tornar perigoso devido a correnteza, e que não é incomum acontecerem acidentes com embarcações por lá. 

Acompanhe nos telejornais da TV Tribuna PE e no Tribuna Online, mais desdobramentos desse caso.

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