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Nesta segunda-feira

Porteiros fazem protesto por segurança e condições dignas após assassinato

Mobilização ocorre após tragédia em Boa Viagem que resultou em morte e suicídio

Porteiros fazem protesto por segurança e condições dignas após assassinato
- Vídeo que circula nas redes sociais mostra major da reserva atirando no porteiro com frieza
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização



O Sindicato dos Trabalhadores em Condomínios (Sieec) está programando um protesto para começar às 7h desta segunda-feira (19) em frente ao Edifício Monte Pascoal, localizado na Rua Tenente João Cícero, no bairro de Boa Viagem, Recife.

O motivo da manifestação é a trágica morte do porteiro José Washington de Santana, de 53 anos, que foi assassinado por um residente do edifício, que também é major da reserva dos oficiais médicos da Polícia Militar de Pernambuco. Saiba como tudo aconteceu aqui, em cobertura completa do Portal da Tribuna Online PE.

Por meio das redes sociais, o Sieec declarou luto e enfatizou que o porteiro foi morto enquanto desempenhava suas funções.

“O trabalhador porteiro foi executado durante o serviço, dentro do seu expediente de trabalho, na portaria do condomínio. O SIEEC (Sindicato dos Trabalhadores em Condomínios) está em Luto pela morte trágica do trabalhador porteiro . Não vamos parar!”

O assassinato do porteiro ocorreu na última sexta-feira (16), nas dependências do Edifício Monte Pascoal, em Boa Viagem, perpetrado pelo major médico da reserva da PM, Carlos Frederico Cabral da Silveira.

O incidente teve início em uma discussão entre o autor dos disparos e sua esposa, que escapou do prédio após sofrer agressões, junto com a filha. Posteriormente, o porteiro teria acionado a polícia, o que teria levado o major a decidir matá-lo. 

A morte permanece sob investigação da polícia. No mesmo dia do homicídio, o major médico cometeu suicídio dentro do seu apartamento.

Antes, policiais do Batalhão de Operações Especiais entraram por um apartamento vizinho ao do militar, tentaram abordá-lo e pediram para ele se entregar, o que não aconteceu. Ele terminou tirando a própria vida.

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