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CIDADES

Compesa investe R$ 3,6 milhões em obra para garantir água em 9 cidades do Agreste

Sistema flutuante de bombeamento em Sertânia vai assegurar abastecimento durante manutenção no canal da Transposição do São Francisco

Compesa investe R$ 3,6 milhões em obra para garantir água em 9 cidades do Agreste
- O investimento de R$ 3,6 milhões vai implantar um sistema flutuante de bombeamento para garantir o abastecimento das localidades que dependem do Eixo Leste da Transposição
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização

Nove cidades do Agreste — Pesqueira, Alagoinha, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Caetano, Caruaru, Fazenda Nova e Barra de Farias (Brejo da Madre de Deus) — serão beneficiadas com a obra que a Compesa executa na Barragem Góis, em Sertânia.

O investimento de R$ 3,6 milhões prevê a implantação de um sistema flutuante de bombeamento para garantir o abastecimento das localidades que dependem do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco.

A intervenção é considerada estratégica porque o Governo Federal se prepara para realizar uma manutenção no Ramal do Agreste, com duração prevista de 80 dias, ainda sem data definida para começar.

Sem prejuízo para as cidades

Sem a medida preventiva, o calendário de distribuição de água das cidades atendidas pela Adutora do Agreste poderia ter os intervalos ampliados em até três vezes.

A obra da Compesa deve ser concluída até outubro e permitirá a captação de até 3.000 litros de água por segundo para a Adutora do Agreste.

“Por isso, a governadora Raquel Lyra liberou os recursos necessários para viabilizar a obra, essencial para a continuidade da exploração das águas do Rio São Francisco, mesmo durante períodos em que o canal da transposição necessite de paradas programadas para manutenção”, explica o presidente da Compesa, Douglas Nóbrega.

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