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Polícia Civil de Pernambuco paralisa atividades por 24 horas

Apenas alguns serviços serão mantidos para a população: veja quais são

Polícia Civil de Pernambuco paralisa atividades por 24 horas
- Paralisação foi decidida na assembleia realizada pela categoria na noite de terça-feira
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização


O Sindicato da Polícia Civil de Pernambuco decretou paralisação de advertência de 24 horas da categoria. A decisão começou a vigorar a partir das 7h desta quarta-feira (24) e vai até a manhã desta quinta-feira (25).

A ação foi decidida na assembleia realizada pela categoria na noite de terça-feira (23). A diretoria do Sinpol explica que o efetivo está sendo orientado a atender apenas situações de flagrante delito e de violência contra a mulher.

O sindicato diz que, este ano, o Governo do Estado não abriu sequer uma mesa de negociação para discutir as condições salariais dos policiais civis de Pernambuco. O Sinpol reclama das condições enfrentadas pelos policiais na execução do trabalho e diz que a troca de comando encobre apenas os erros da gestão estadual.

Nesta semana, o delegado Renato Márcio Rocha Leite assume a chefia da Polícia Civil no lugar da delegada Simone Aguiar.

A paralisação preocupa porque mexe diretamente com a segurança da população. Alguns pontos, por exemplo, são impactantes.

Os corpos do Instituto de Medicina Legal não serão liberados para enterro, as perícias e investigações ficam paradas em meio ao aumento nas taxas de homicídio. Entretanto, o presidente do Sinpol afirmou que será analisados os casos mais urgentes e sensíveis aos direitos humanos.

Caso não exista acordo após 24 horas, a Polícia Civil dará início a operação-padrão, com validade até o próximo dia 6 de fevereiro. Nesta data, está programada uma passeata da categoria. Atualmenete, a corporação conta com 5.300 agentes.

A Tribuna Online solicitou respostas da Secretaria de Defesa Social. Mais informações em instantes.

A principal concentração dos policiais paralisados está sendo em frente ao Instituto de Mediciona Legal do Recife, no bairro de Santo Amaro, na região central do Recife. O outro ponto é a Central de Polícia da Capital. A previsão é de uma conversa do sindicato com a categoria no final da tarde.


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