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Economia

Plano Safra da Agricultura Familiar é lançado no Nordeste

Orçamento do programa para a safra 2023/2024 prevê a liberação de R$ 72 bilhões em crédito rural aos pequenos produtores

Plano Safra da Agricultura Familiar é lançado no Nordeste
- Secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Aloísio Ferraz, no lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar

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Anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final do mês de junho, o Plano Safra da Agricultura Familiar 23/24 foi lançado no Nordeste na última segunda-feira, em evento realizado no Ceará comandado pelo ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, que contou com a participação de governadores, secretários estaduais e parlamentares dos estados nordestinos. A previsão orçamentária para o biênio 2023/2024 é que seja liberados R$ 72 bilhões em créditos às famílias agricultoras por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), um montante 34% superior aos valores da safra passada.

Presente ao evento representando o Governo do Estado de Pernambuco, o secretário de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca, Aloísio Ferraz destacou a importância do programa para a agricultura familiar de Pernambuco e da região. “A política de crédito rural é um instrumento capaz de promover o desenvolvimento da agricultura familiar e aumentar a produção de alimentos,  para que o agricultor familiar tenha condições de trabalho e de geração de renda”, destacou.

Nesta edição do programa, as mulheres ganharam uma linha específica, o Pronaf Mulher, com limite de financiamento de até R$ 25 mil por ano e taxa de juros de 4% ao ano, linha destinada às agricultoras com renda anual de até R$ 100 mil. Outro destaque é a redução da taxa de juros, de 5% para 4% ao ano, para quem produzir alimentos como arroz, feijão, mandioca, tomate, leite, ovos, entre outros.  Quem optar pela produção sustentável de alimentos saudáveis – com foco em orgânicos, sociobiodiversidade, bioeconomia ou agroecologia – terão ainda mais incentivos, com juros de apenas 3% ao ano no custeio e 4% no investimento.

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