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Sertão de Pernambuco

Acusado de matar criança em 2015, em Petrolina, de forma cruel, vai a Júri popular

Criança tinha sete anos na época que morreu com mais de 60 lesões no corpo, em escola da cidade

Acusado de matar criança em 2015, em Petrolina, de forma cruel, vai a Júri popular
- Morte da criança causou comoção na maior cidade do Sertão de Pernambuco
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização


O acusado de ter assassinado a menina Beatriz Angélica Mota Ferreira da Silva, em 10 de dezembro de 2015, com 62 lesões no corpo, sendo 51 por arma branca, será julgado por Júri Popular. Marcelo da Silva responde a homicídio qualificado pela morte da criança e está preso de forma preventiva. A data do julgamento ainda não foi marcada. 

Beatriz tinha sete anos quando foi morta dentro do colégio Maria Auxiliadora, um dos mais tradicionais colégios particulares de Petrolina. O suspeito foi preso em 2022, depois de muita polêmica, com cruzamento de DNA na arma do crime.

A investigação também teve apoio da empresa Criminal Investigations Training Group, dos Estados Unidos. O agora réu foi descoberto após composição de imagens através das câmeras de segurança do Colégio Maria Auxiliadora. Ele teria confessado o crime.

A decisão do Júri Popular foi anunciada pela juíza da Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Petrolina, Elane Brandão Ribeiro.

Segundo a juíza, com base nas evidências apresentadas de que houve um crime e há suspeitas razoáveis de que o acusado, Marcelo da Silva, ainda existem motivos para manter o réu preso antes do julgamento, para garantir a ordem pública, devido à gravidade do crime.

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