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Luto e silêncio envolvem o velório da advogada morta em naufrágio no último sábado

Corpo da advogada Maria Eduarda Medeiros foi velado ainda nesta terça-feira. Família não se pronunciou sobre tudo o que aconteceu

Luto e silêncio envolvem o velório da advogada morta em naufrágio no último sábado
- Polícia quer apurar como aconteceu o acidente que causou a morte de Maria Eduarda
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Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização



Com informações da reportagem da TV Tribuna (Carlos Simões e Simone Santos)

O corpo da advogada Maria Eduarda Medeiros, de 38 anos foi velado no final da tarde desta terça-feira (24)  no cemitério Morada da Paz, e em seguida deveria ser cremado no próprio cemitério localizado em Paulista, Região Metropolitana do Recife, mas uma decisão da justiça determinou que o corpo fosse embalsamado e passasse por uma nov autópsia que possa ajudar nas investigações sobre as condições em que se deu a morte de Maria Eduarda. Muitos familiares, colegas de trabalho e amigos compareceram a cerimônia fúnebre. O corpo de Maria Eduarda foi encontrado na manhã desta terça-feira, na Praia de Calhetas, depois de 4 dias de busca.

Maria Eduarda estava em uma pequena embarcação à vela, junto com o namorado, o médico Seráfico Júnior, e a cachorra dela, de nome Belinha, no último sábado (20), quando, ao navegarem pela praia de Suape, o barco teria virado e afundado. O médico conseguiu se salvar nadando até o molhe de pedras que separa a praia do alto mar, mas a advogada e a cachorrinha dela não foram localizadas. O barco também não foi localizado.

No resgate do corpo feito esta manhã, a família esteve presente, mas não quis falar com a imprensa. O mesmo se deu durante o processo de liberação do corpo junto ao Instituto de Medicina Legal (IML) e no velório da advogada. A família, neste momento de luto, preferiu manter o silêncio e a reserva.

INVESTIGAÇÃO

O delegado da Polícia Civil, Sívio Romero, que está à frente das investigações, também não gravou entrevistas com os repórteres mas adiantou que as investigações seguem na tentativa de explicar as condições em que se deram o naufrágio da embarcação e a morte da advogada. As buscas pelo veleiro irão continuar para que a embracação passe por uma perícia. O delegado confirmou que o corpo da advogada não estava com colete salva vidas.

O médico Seráfico Júnior ainda não se pronunciou sobre o que aconteceu. Relatos não oficiais são de que ele estaria internado em um hospital no Recife, para se recuperar do choque emocional de ter perdido a companheira.

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