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CONCLUSÃO DO INQUÉRITO

Quatro pessoas são indiciadas por homicídio no caso Mirabilândia

Polícia investigou acidente que causou a morte da professora Dávine Muniz ao ser arremessada de um brinquedo do Parque Mirabilândia

Em setembro do ano passado, a professora Dávine Muniz Cordeiro foi arremessada de um brinquedo que girava no ar
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Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


A Polícia Civil nesta terça-feira (19) a conclusão do inquérito que investigou a morte da  professora Dávine Muniz Cordeiro, de 34 anos. Em 22 de setembro do ano passado, ela foi arremessada de um brinquedo quando as correntes que prendiam o assento onde ela estava se partiram. O brinquedo era de propriedade do Parque Mirabilandia, localizado em Olinda. Dávine Muniz teve ferimentos graves e morreu no hospital, cinco meses depois de internada.

A polícia indiciou quatro pessoas por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), pela morte da professora. O administrador principal do Mirabilândia, o  engenheiro de operações, o gerente de manutenção, e o responsável pela vistoria no brinquedo “Wave Singer”. A polícia não divulgou o nome dos indiciados.

De acordo com o inquérito da Polícia Civil, as correntes do assento onde Dávine estava e que partiram, apresentavam trincas provocadas por corrosão, o que ocasionou fratura das peças. O inquérito agora será enviado a Justiça.


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