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Brinquedo quebrado

Parque Mirabilândia obrigado a custear tratamento de professora arremessada no ar

Por meio de mandado, família de Dávine Muniz consegue que ela seja transferida do HR

o Parque se dispôs a ajudar no custeio do tratamento de saúde de Dávine e, depois, se negou, informando que a professora tinha plano de saúde.
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

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Um Oficial de Justiça visitou o Parque Mirabilândia, nesta segunda-feira (2), para entregar um mandado que determina que a professora Dávine Muniz Cordeiro, de 34 anos, seja transferida imediatamente para o Hospital São Marcos sob custeio do parque.

Ela se encontra atualmente no Hospital da Restauração. E o Oficial de Justiça foi acompanhado pelo administrador Ricardo Lima, primo da professora.

A medida foi necessária porque o Parque se dispôs a ajudar no custeio do tratamento de saúde de Dávine e, depois, se negou, informando que a professora tinha plano de saúde.

Dávine teve fraturas nos braços e trauma cranioencefálico ao ser arremessada de brinquedo chamado Wave Swinger no Mirabilândia. A cadeira do balanço partiu e a professora foi jogada no ar com muita força. Durante a queda, mais duas pessoas foram atingidas de maneira leve.

“O mandado atende a um pedido judicial da família da Dávine para que seja cumprida a obrigação de transferência dela para o Hospital São Marcos. Então, o parque ofertou essa possibilidade de transferência, infelizmente não cumpriu com o acordado e, agoram eles estão sendo obrigados pela Justiça a cumpri-la porque é uma ordem judicial”, declarou Priscila Alves, uma das advogadas do caso.

O engenheiro responsável pela manutenção do parque disse que a única causa possível para o arremesso da cadeira teria sido defeito de fabricação. A advogada Sandra Filizola, no entanto, aguarda o resultado da perícia feita pelo Instituto de Criminalística. O laudo ainda não foi divulgado.

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