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ALÉM DA TARIFA ÚNICA

Sindicato considera tarifa única como “um acerto”, mas cobra melhorias de trabalho

Para rodoviários, melhorias devem se estender aos transporte e às condições de trabalho da categoria

Para Aldo Lima, melhorias precisam se retratar nas condições de trabalho. Este ano, vários motoristas foram agredidos enquanto exerciam seu trabalho
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

Última atualização



Aprovada durante a reunião do Conselho Superior do Transporte Metropolitano, a resolução que institui a tarifa única de R$ 4,10 no sistema de transporte de passageiros, abolindo a tarifa B e unificando-a com a A sem aumento de valor, foi reconhecida como “um acerto” pelo Sindicato dos Rodoviários do Recife e Região Metropolitana.

Durante a explanação, o presidente e membro do CSTM, Aldo Lima, enfatizou que tal medida não deve implicar na redução da frota de ônibus nem na sua não renovação.

Pelo contrário, defendeu a manutenção de 100% da frota em atividade e a renovação com veículos equipados com ar-condicionado, visando proporcionar um serviço de qualidade aos usuários e melhores condições de trabalho aos motoristas.

“Essa medida é uma demonstração de que a manutenção do sistema não pode ter o viés tarifário como balizador, colocando nas costas dos usuários a manutenção de algo que é um direito dos cidadãos, num momento onde a Sociedade Brasileira discute a Tarifa Zero, implementada em mais de 80 cidades”, destacou o sindicato.

O Sindicato dos Rodoviários reitera a solicitação enviada ao governo do estado, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, buscando garantir que uma parcela desses subsídios seja destinada à melhoria das condições de trabalho e salário dos trabalhadores.

Em junho deste ano, durante a discussão da atualização da planilha de custos, será exigida a valorização profissional almejada pela categoria.

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