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CONFUSÃO

VÍDEO: Turistas de Mato Grosso são agredidos por barraqueiros em Porto de Galinhas

Confusão começou por desentendimento entre o valor acordado e o valor cobrado pelo uso do guarda-sol e cadeiras na praia

Johnny Andrade e Cleiton Zanatta tiveram que se refugiar em uma viatura do grupamento salva-vidas para escapar das agressões
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização



Um fim de tarde de violência assustou visitantes na praia de Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, neste sábado (27). O casal de turistas Johnny Andrade Barbosa e Cleiton Zanatta, naturais de Mato Grosso, denunciou ter sido alvo de um “massacre” praticado por um grupo de barraqueiros após uma divergência no valor do aluguel de cadeiras e guarda-sóis.

De acordo com os relatos das vítimas publicados em redes sociais, a confusão teve início no momento do pagamento. O casal afirma que o valor cobrado inicialmente para uso das cadeiras e guarda-sol teria sido de R$ 50, mas na hora do pagamento, os barraqueiros pediram R$ 80. Ao questionarem a cobrança e se recusarem a pagar o excedente, a discussão evoluiu para agressão física.

Imagens que circulam na internet mostram os turistas sendo agredidos enquanto tentavam deixar o local sob proteção de salva-vidas que atuam na praia. Johnny apresenta ferimentos visíveis no rosto e no corpo, demonstrando que a intervenção dos socorristas evitou uma tragédia maior.

Reação das autoridades

A Prefeitura de Ipojuca emitiu nota de repúdio, classificando o episódio como “grave e incompatível” com o turismo da região. A gestão municipal destacou que equipes de salva-vidas e da Guarda Municipal agiram para conter a situação e que o processo de identificação dos agressores já está em curso.

A Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que a Polícia Civil, por meio da Divisão Especial de Apuração de Homicídios (DEAH), investiga o caso como lesão corporal e trata a apuração como prioridade. A Polícia Militar informou que o policiamento na área, que já conta com o Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), foi reforçado.

Desdobramentos

Indignados, os turistas registraram boletim de ocorrência e anunciaram que pretendem processar a Prefeitura de Ipojuca e o Governo do Estado. A prefeitura ressaltou que vem intensificando o ordenamento da orla, com o recadastramento de ambulantes e a implementação de crachás com QR Code para facilitar a identificação dos trabalhadores autorizados.

Veja o vídeo onde o casal dá a versão deles para o que aconteceu em tom de indignação.



Acompanhe mais sobre esse caso nos telejornais da TV Tribuna



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