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António Oliveira pede apoio incondicional e jogadores emocionalmente fortes

Após goleada na Ilha, treinador diz que vai contar com quem estiver preparado para enfrentar o momento difícil da equipe

António Oliveira pede apoio incondicional e jogadores emocionalmente fortes
- Novo treinador, António Oliveira, fala sobre goleada e preparo emocional da equipe
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Aline Moura

Aline Moura é formada pela UFPE, trabalhou como repórter de Política, Editora Assistente de Produção de Política e repórter especial do Diario de Pernambuco, num período de 15 anos, onde atuou em todas as áreas, exceto esportes. Também teve experiência de quatro anos como gerente de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco e voltou ao jornalismo para integrar a equipe do Portal da Tribuna Online como repórter.

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Após a derrota por 4 a 0 para o Cruzeiro, na Ilha do Retiro, o técnico do Sport, António Oliveira, destacou a importância de ter em campo jogadores que estejam preparados emocionalmente para enfrentar o momento delicado do clube. Ele falou em coletiva logo após a goleada e também pediu apoio incondicional da torcida.

Para ele, o time precisa de equilíbrio para não se abater diante das adversidades e conseguir se manter competitivo ao longo da partida. “Sofremos um baque anímico e nos afundamos”, reconheceu.

A afirmação foi dada ao ser questionado sobre as escolhas que fez para o time titular, especialmente Carlos Alberto e Matheus Alexandre. Ambas foram criticadas pelos torcedores.

“Vou contar com aqueles que podem dar respostas claras ao momento que vivemos”, afirmou o treinador, deixando claro que o aspecto psicológico será decisivo na montagem do time.

António evitou individualizar as críticas. Na avaliação do português, o gol sofrido logo aos 7 minutos teve um impacto direto no desempenho da equipe.

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INSATISFAÇÃO DA TORCIDA

Com pouco mais de três dias à frente do elenco, António não se esquivou das críticas e disse entender a insatisfação da torcida.

“Aquilo que eu peço, principalmente ao torcedor, não é paciência, porque eles já perderam, isso é normal. Eu peço o apoio incondicional deles, porque vamos precisar demais da torcida. Podem esperar de mim muito trabalho”, disse.

O treinador também apontou pontos de atenção na parte tática, especialmente a falta de compactação. Segundo ele, o Cruzeiro encontrou espaço para atuar entre as linhas do Sport, o que dificultou qualquer tentativa de imposição leonina. “Fomos uma equipe pouco compacta, com as linhas muito longe uma das outras”, avaliou.

Lanterna do Brasileirão, com apenas dois pontos em oito jogos, o Sport volta a campo no próximo sábado (17), diante do Ceará, na Arena Castelão, buscando a primeira vitória sob o comando do novo treinador e, principalmente, um reencontro com a confiança.

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