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EXPLOSÃO

Sport ainda não sabe origem da bomba que mutilou mão de criança de 11 anos

Diretor de segurança do clube faz varredura no local e advogada da família fala em necessidade de reparação

Sport ainda não sabe origem da bomba que mutilou mão de criança de 11 anos
- Diretor de segurança do Sport, Adalberto Freitas, disse que investigações estão à cargo da polícia
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Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização



Com informações da reportér Luciana Queiroz, da TV Tribuna

O diretor de segurança do Sport, Adalberto Freitas,  concedeu entrevista a repórter Luciana Queiroz, da TV Tribuna, e explicou que o clube ainda está tentando entender o que aconteceu. Ele revelou que uma grande varredura está sendo feita nas dependências do Sport para se certificar de que não há outros artefatos semelhantes ao que causou a explosão e a perda do dedo de um aluno da escolinha de futsal, na manhá da quinta-feira (12). 

Adalberto Freitas disse ainda que imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para buscar toda a dinâmica do fato. “Nós temos uma imagem mais nítida de quando a explosão ocorreu, todas essas imagens serão entregues a polícia civil porque cabe a eles fazer a investigação em relação a esse fato”, disse o diretor de segurança.

JUSTIÇA

A advogada Maria Júlia Leonel, disse também em entrevista a repórter Luciana Queiroz, da TV Tribuna, que a família do menor Erick Gabriel Gomes de Araújo, de 11 anos,  pode entrar com um pedido de reparação na justiça pela explosão na sede do Sport que causou a mutilação de um dedo do menino. “A gente precisa de uma reparação material imediata, a família que é extremamente carente está tendo depesas com medicação, com deslocamento até o hospital, despesas não previstas, com todo esse processo”, disse a advogada.

Maria Júlia Leonel disse ainda que há a possibilidade de reparação por danos morais. “Imagine o trauma dessa criança, com uma lesão na mão direita, a mão que ele escreve. É pra toda a vida. A família entrega a criança para um clube achando que lá é um espaço seguro e a criança se depara com um artefato explosivo. Independente de quem colocou a bomba lá – e essa investigação está a cargo da polícia, o Sport tem responsabilidade objetiva em relaçãoa essa reparação”, afirmou a advogada.

Veja o vídeo do momento da explosão



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