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SENTENÇA

Empresário Wilson Campos Neto é condenado a 26 anos por feminicídio

Julgamento terminou nesta quinta-feira (28). Crime aconteceu em 2017

Gisely Kelly Tavares do Santos foi morta com um tiro a queima-roupa
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


Com informações da repórter Carol Guibu, da TV Tribuna

O empresário Wilson Campos de Almeida Neto foi condenado a 26 anos e oito meses de prisão ao final de julgamento que durou dois dias e terminou nesta quinta-feira (28). Ele foi considerado culpado pelo assassinato da namorada. Gisely Kelly Tavares do Santos, morta com um tiro na testa em 19 de julho de 2017, no apartamento onde morava no bairro do Rosarinho, Zona Norte do Recife. O julgamento aconteceu na 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, no bairro de Joana Bezerra, no Recife.

A sentença é de que empresário é culpado pelo crime de homicídio qualificado, por motivo fútil, sem dar chance de defesa à vítima, e feminicídio. A pena deve ser cumprida inicialmente em regime fechado, mas a defesa do acusado entrou com pedido de recurso para relaxamento da pena. 

COMO FOI O CRIME

Gisely foi assassinada dentro do apartamento em que vivia com Wilson, no bairro do Rosarinho, na Zona Norte do Recife. As câmeras de segurança do prédio registraram quando ela chegou com o namorado. No elevador, eles chegaram a se abraçar. O casal estava junto há seis meses e vinha da comemoração de 37 anos da vítima.

Cerca de 50 minutos depois de entrar no prédio, Wilson desceu sozinho, já com outra roupa, e foi embora do edifício. O corpo de Gisely foi encontrado sem roupa, no banheiro, e com uma marca de tiro a queima-roupa na cabeça.

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