|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
A morte do conferente de mercadorias Francisco Machado de Moraes, de 50 anos, segue provocando indignação na família. Treze dias após o atropelamento fatal, provocado por um ônibus da empresa Borborema, os filhos não receberam qualquer tipo de auxílio financeiro, psicológico ou justificativa sobre o fato.
O acidente aconteceu no dia 25 de abril. Francisco seguia com o filho Vinícius para o Ceasa, quando foi atropelado na região do bairro Jardim São Paulo, em Recife. Ele chegou a ficar seis dias internado, mas não resistiu.
“Eu estava logo atrás. Ao chegar perto dele, a única coisa que ele me disse foi ‘fica bem filho'”, contou Vinícius, em entrevista do Brasil Urgente PE, da TV Tribuna/Band.
A irmã de Vinícius, Heloísa Morais, afirmou que os filhos precisaram deixar a casa onde moram, por falta de assistência financeira e psicológica. “Até hoje, a empresa não auxiliou em nada, não se pronunciou. Parece que nada aconteceu”, disse.
Veja a reportagem exibida pela TV Tribuna/Band
O outro lado
Em nota enviada ao Brasil Urgente PE, a empresa Borborema afirmou que lamenta o ocorrido e que está à disposição da família para a investigação de alta velocidade do veículo.
O Grande Recife, consórcio responsável pelo transporte público, de acordo com o transporte público, o motorista é obrigado a transitar no limite adequado de velocidade, mas que o cidadão pode fazer denúncias pelo telefone 0800-0810158 ou pelo WhatsApp (81) 99488-3999 e informar linha, ordem, data e hora.