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Polícia

Filhos pedem justiça por pai atropelado por ônibus em Recife

Conferente seguia com um dos filhos para o Ceasa quando foi atropelado pelo veículo e morreu

Francisco (destaque) morreu após ser atropelado por um ônibus
Foto de perfil de Weslei Radavelli

Weslei Radavelli

Formado em Jornalismo pela Faesa de Vitória, em 2007, foi repórter de A Tribuna e passou por veículos de comunicação no Espírito Santo e no Rio de Janeiro. Atualmente é editor de conteúdo do Tribuna Online.

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A morte do conferente de mercadorias Francisco Machado de Moraes, de 50 anos, segue provocando indignação na família. Treze dias após o atropelamento fatal, provocado por um ônibus da empresa Borborema, os filhos não receberam qualquer tipo de auxílio financeiro, psicológico ou justificativa sobre o fato.

O acidente aconteceu no dia 25 de abril. Francisco seguia com o filho Vinícius para o Ceasa, quando foi atropelado na região do bairro Jardim São Paulo, em Recife. Ele chegou a ficar seis dias internado, mas não resistiu.

“Eu estava logo atrás. Ao chegar perto dele, a única coisa que ele me disse foi ‘fica bem filho'”, contou Vinícius, em entrevista do Brasil Urgente PE, da TV Tribuna/Band.

A irmã de Vinícius, Heloísa Morais, afirmou que os filhos precisaram deixar a casa onde moram, por falta de assistência financeira e psicológica. “Até hoje, a empresa não auxiliou em nada, não se pronunciou. Parece que nada aconteceu”, disse.

Veja a reportagem exibida pela TV Tribuna/Band

O outro lado

Em nota enviada ao Brasil Urgente PE, a empresa Borborema afirmou que lamenta o ocorrido e que está à disposição da família para a investigação de alta velocidade do veículo.

O Grande Recife, consórcio responsável pelo transporte público, de acordo com o transporte público, o motorista é obrigado a transitar no limite adequado de velocidade, mas que o cidadão pode fazer denúncias pelo telefone 0800-0810158 ou pelo WhatsApp (81) 99488-3999 e informar linha, ordem, data e hora.

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