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AGRESSÃO COVARDE

Menor de 14 anos é estuprada por vizinho no bairro do Curado

Após o ato de violência, homem desapareceu e está sendo procurado pela polícia

A repórter Luciana Queiroz, da TV Tribuna, falou com a mãe da vítima
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


Com informações de Luciana Queiroz, da TV Tribuna/Band

Uma adolescente de 14 anos de idade foi estuprada por um vizinho, dentro de casa, no Bairro do Curado, no Recife.  A menina está recebendo atendimento psicológico. Ela foi violentada sexualmente quando chegou em casa, vindo da escola. O crime violento e covarde aconteceu na sexta-feira da semana passada (dia 19).

O suspeito é o próprio vizinho, que se aproveitou do fato de a mãe da menina estar trabalhando para ir até a casa onde a adolescente estava sozinha. Ele bateu na porta e se drigiu a menina.

A vítima conversou com a repórter Luciana Queiroz e disse que o homem chegou oferecendo bananas e, antes que ela pudesse dizer algo, ele colocou a mão sobre a boca da menina e prendeu os braços dela. Depois a levou para um dos quartos da casa, onde consumou o ato, sem se importar com os gritos da adolescente. 

FORAGIDO

Após a covardia, o homem foi embora. A adolescente enviou uma mensagem de WhatsApp para um amiga, dizendo que não estava bem e que havia sido estuprada. A amiga providenciou ajuda e a mãe da adolescente  foi avisada.

Em entrevista à Luciana Queiroz, a mãe da vítima disse que o vizinho morava sozinho, e tinha um comportamento estranho. “Ele me olhava de um jeito estranho. Quando percebi que era com maldade, cortei qualquer tipo de contato com ele. Até o bom dia e o boa tarde”.

 A família registrou o boletim de ocorrência. A menina não foi mais para a escola e a mãe também está sem ir para o trabalho, tamanha foram as consequências da violência, e que envolve dor e vergonha. Elas agora esperam que o agressor seja encontrado e preso.

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