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VIOLÊNCIA

Morre menina que teria sido espancada por colegas dentro de escola pública

Caso ocorreu no município de Belém do São Francisco, no Sertão de Pernambuco. Escola diz que prestou todo suporte necessário à vitima

A morte da menina Alícia Valentina, de 11 anos, foi confirmada pelo Hospital da Restauração (HR), que fica no Recife.

Última atualização


Matéria atualizada às 17h45

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Uma menina identificada como Alícia Valentina, de apenas 11 anos, que teria sido espancada por colegas dentro de uma escola pública, na última quinta-feira (4), em Belém do São Francisco, no Sertão de Pernambuco, não resistiu aos ferimentos e morreu durante a noite do domingo (7).

A informação do óbito foi confirmada ao Tribuna Online PE pela assessoria de imprensa do Hospital da Restauração, que fica na área central do Recife.

A mãe da criança, que pediu para não ser identificada, disse à TV Tribuna PE/Band que não recebeu apoio da escola. Ela ainda contou que Alícia tem uma irmã gêmea que não quer mais morar na mesma casa e não sabe o que fazer de tanta desolação.

De acordo com ela, o que se sabe é que um adolescente cometeu o ato infracional equiparado a homicídio. Mais dois adolescentes (um era uma menina) teriam acompanhado a cena de violência sem fazer nada. Não há detalhes sobre o tipo de espacamento que a garota teria sofrido.

Segundo a mãe, Alícia não tinha namorado e não estava interessada em ninguém, de modo que ela não soube explicar o motivo de tamanha violência contra uma criança de apenas 11 anos. “Eu só quero que seja feita justiça por minha menina”, desabafou a mãe.

A direção da escola municipal Tia Zita, onde o caso teria ocorrido, divulgou nota na semana passada alegando que “prestou todo socorro necessário à aluna, conduzindo-a ao hospital e garantindo a devida assistência”. A escola, que atende a alunos do primeiro ao sexto ano do ensino fundamental.

O comunicado diz ainda que o Conselho Tutelar e a Secretaria Municipal de Educação estariam acompanhando o caso.

A Polícia Civil segue investigando, mas, até a atualização desta matéria, os infratores não tinham sido identificados.

Veja nota da escola na íntegra

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