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DESFECHO

Polícia desvenda sequestro na cidade de Bonito (PE)

Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil resolveu sequestro envolvendo funcionário de uma agência bancária

Um caso de sequestro envolvendo o afilhado de um tesoureiro de uma agência bancária, na cidade de Bonito, Agreste de Pernambuco, acabou com a prisão dos três sequestradores e a identificação do mentor do crime.
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Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


Um caso de sequestro envolvendo o afilhado de um tesoureiro de uma agência bancária, na cidade de Bonito, Agreste de Pernambuco, acabou com a prisão dos três sequestradores e a identificação do mentor do crime.

No último dia 9 deste mês, um tesoureiro (que não teve o nome divulgado pela polícia) foi abordado por dois homens quando saía da agencia bancária onde trabalha. Os sequestradores seguiram com o refém até a residência da vítima, onde também sequestraram um garoto, afilhado do tesoureiro, levando-o para um cativeiro.

Os bandidos orientaram o tesoureiro a, no dia seguinte,  retirar o valor de R$ 500 mil da agência bancária e entregar à quadrilha como forma de resgate e garantia de que o afilhado dele seria libertado com vida.

GOE ENTRA NO CASO

O funcionário acabou relatando o sequestro ao gerente geral da agência, que acionou a Polícia. Uma equipe do Grupo de Operações Especiais (GOE) se deslocou do Recife para a cidade de Bonito e, através de um trabalho de investigação conseguiu chegar ao cativeiro, de onde o afilhado do tesoureiro foi resgatado, sem ferimentos.

No local, foram presos em flagrante, os três sequestradores, e apreendido um revólver calibre 38. O delegado do GOE, Tenório Neto, explicou a reportagem da TV Tribuna, que em depoimento, os bandidos apontaram um presidiário paraense, atualmente detido na penitenciária de Petrolina, como autor intelectual do crime.

Este presidiário, inclusive, “contratou” os três homens para atuarem no sequestro. Era ele também que, sempre através do celular, negociava o valor do resgate com o bancário que teve o afilhado sequestrado. Os três presos  e  o detento de Petrolina irão responder por crime de sequestro mediante extorsão, que tem penas de 12 a 20 anos de prisão.

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