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INVESTIGAÇÃO

Polícia encontra envase clandestino de bebidas em Quipapá (PE). Um homem foi preso

Homem detido disse aos polciais que praticava a atividade ilegal desde 2017

Polícia apreendeu quantidade de líquido semelhante a álcool
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização


A Secretaria de Defesa Social divulgou neste sábado (4) que na última sexta-feira (3), uma operação conjunta do 10º Batalhão da Polícia Militar e da Vigilância Sanitária, realizada no distrito de Usina Água Branca, zona rural de Quipapá (Mata Sul do Estado), resultou na apreensão de grande quantidade de material suspeito e na condução de um homem à delegacia de plantão, em Palmares.

A ação foi desencadeada após denúncia sobre a produção e venda de bebidas de origem duvidosa. No local, foram encontrados diversos galões com líquido semelhante a álcool, vasilhames vazios, caixas d’água utilizadas no processo de produção e um botijão com torneira adaptada para engarrafamento. A polícia não fez qualquer menção ao possível uso de metanol no local.

O responsável, um homem de 59 anos cuja identidade não foi revelada, afirmou aos policias que desde 2017 atua na produção clandestina de bebidas. Ele compraria o líquido utilizado na fabricação clandestina no município de Bezerros e transportava cerca de 200 litros por mês.

MATERIAL APREENDIDO

Segundo a polícia, ao todo, foram apreendidos 26 galões do líquido suspeito, seis sacos de vasilhames vazios e 30 grades de bebidas alcoólicas. O material foi removido com apoio da Prefeitura de Quipapá, e a operação contou ainda com o acompanhamento da Guarda Municipal e da Vigilância Sanitária.

Paralelamente, a Polícia Civil de Pernambuco segue investigando os casos relacionados à suspeita de intoxicação por metanol no Estado. Um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias e identificar possíveis responsáveis.

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