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Polícia

Homem que matou colega de trabalho em supermercado é condenado a 26 anos de prisão

Caso aconteceu na noite do dia 24 de julho de 2024

Homem que matou colega de trabalho em supermercado é condenado a 26 anos de prisão
- Luiz Henrique foi morto dentro de supermercado
Foto de perfil de Atilio Esperandio

Atilio Esperandio

Jornalista formado pela FAESA é apaixonado por esportes e especialista em esportes capixaba. Atualmente é repórter multimídia no portal Tribuna Online onde cobre o Brasil e o mundo, além de apresentar o podcast Apita Aí na TV Tribuna Band, sempre falando do melhor do esporte!

Última atualização


Foi condenado nesta sexta-feira (3) a 26 anos e 8 meses de prisão, Jackson de Jesus Santos. O réu estava sendo acusado de homicídio qualificado contra Luiz Henrique Silva Leal, de 30 anos, em um supermercado de Vitória. Jackson cumprirá a sentença em regime inicial fechado e, além disso, foi fixado dano moral em 100 salários mínimos, em favor dos familiares da vítima. O julgamento aconteceu no Fórum Criminal de Vitória.

Jackson foi declarado culpado de homicídio triplamente qualificado (cometido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima) contra um colega de trabalho em 2024, quando trabalhava em um supermercado em Vitória.

Relembre o caso

Um homemfoi assassinado após uma briga dentro de um supermercado localizado dentro do Masterplace Mall, na avenida Nossa Senhora da Penha, no Barro Vermelho, em Vitória.

Ele foi morto a facadas na noite do dia 24 de julho de 2024. A vítima e o autor dos golpes trabalhavam em uma empresa terceirizada e usavam o mesmo uniforme na hora do crime.

Áudios e vídeos que circulam nas redes sociais mostram o desespero de funcionários e clientes. Um vídeo de 1min54 mostra que, dentro do estabelecimento – enquanto a vítima está viva, no chão, porém muito ferida – funcionários gritam para o autor do homicídio se afastar.

Ele então caminha entre os compartimentos de frutas, aparentemente nervoso, segurando uma faca.

É quando algumas pessoas se aproximam da vítima e veem que ela foi atingida no peito e alguns funcionários e clientes ficam em dúvida se ele teria resistido aos ferimentos.


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