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Polícia

Alexandre Martins Filho: relembre como foi o crime que marcou o Espírito Santo

Juiz atuou na Missão Especial de combate ao Crime Organizado e foi assassinado em março de 2003

Alexandre Martins Filho: relembre como foi o crime que marcou o Espírito Santo
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Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho é jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 2007, e tem aproximadamente 20 anos de experiência na profissão. É repórter multimídia das editorias de Cidades e Polícia do Jornal A Tribuna, com reportagens também publicadas no portal Tribuna On-line. Escreve reportagens especiais semanais para a editoria de Polícia do Jornal A Tribuna. Tem experiências com apresentações de podcasts e videocasts, além da participação ao vivo em telejornais da TV Tribuna, em colaboração com apresentadores, em casos de repercussão. Na função de redatora, atuou por 9 anos em editorias como Polícia, Cidades, Economia e Política do jornal impresso.

Última atualização

A condenação do juiz aposentado Antônio Leopoldo Teixeira a 24 anos de prisão trouxe novamente à memória um dos crimes mais emblemáticos da história recente do Espírito Santo: o assassinato do juiz Alexandre Martins de Castro Filho. O magistrado foi morto na manhã de 24 de março de 2003, quando chegava a uma academia no bairro Itapuã, em Vila Velha.



Alexandre Martins atuava na Missão Especial de Combate ao Crime Organizado e, segundo a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo, a morte dele foi resultado de um crime de mando. O caso ganhou repercussão justamente pelo perfil do magistrado e pela atuação dele em uma frente sensível de enfrentamento ao crime organizado no Estado.

Mais de duas décadas depois, o julgamento de Antônio Leopoldo encerrou a etapa de responsabilização dos acusados apontados no processo. Dos 10 denunciados pelo assassinato, oito já haviam sido condenados e apenas Cláudio Luiz Andrade Batista, o Calu, foi absolvido.



Antônio Leopoldo é o nono condenado.

Após a decisão do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, também foi determinada a prisão imediata de Leopoldo, além da perda da função pública e da cassação da aposentadoria.




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