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Caso Kauã e Joaquim

“Vi o ‘Nardoni’ na minha frente”, diz bombeiro sobre Georgeval

Tenente-coronel Benício Ferrari falou sobre o caso ao Estúdio Tribuna Online. Assista

“Vi o ‘Nardoni’ na minha frente”, diz bombeiro sobre Georgeval
- Benício Ferrari: “choro forçado”

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Em uma entrevista exclusiva ao Estúdio Tribuna Online, gravado no TribunaLab na tarde de sexta-feira (31), o tenente-coronel Benício Ferrari, que atuou frente a equipe dos Bombeiros, no dia que os irmãos Kauã e Joaquim foram mortos, em Linhares, disse que ficou chocado quando descobriu que o incêndio foi criminoso.

“Era um ambiente impactante.  Eu já sabia que seria muito difícil fazer essa perícia do local. Ao chegar, achei estranho. O local com maior queima foi em um canto, perto das crianças. Era como se alguém tivesse provocado o fogo ali”. 

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Ele contou que Georgeval foi procurá-lo para falar do incêndio.

“Ele disse que botou a mão na cama de cima do beliche, e não achou o filho. Comecei a suspeitar, porque se ele tivesse feito isso, teria várias queimaduras pelo corpo, porque a temperatura ali dentro estaria já a 600 ºC. Ele contava e o choro dele era muito forçado. Na hora eu vi o Nardoni na minha frente” (Alexandre Nardoni, pai que matou filha de 5 anos).

Veja entrevista completa com o coronel Ferrari:

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