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Polícia

Família do ES é presa por site falso de doações a vítimas no RS

Além do site falso para doações, quadrilha oferecia falsos empréstimos para colher dados e aplicar novos golpes

Família do ES é presa por site falso de doações a vítimas no RS
- Investigados foram presos em Vila Velha e Muriaé, Minas Gerais
Foto de perfil de Layna Cruz

Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



Quatro pessoas de uma mesma família foram presas na sexta-feira (26), suspeitas de integrar uma organização criminosa que criou um site falso de doações para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos em Vila Velha e em Muriaé, Minas Gerais.

Os detidos são Diego Leite de Sousa, de 31 anos, apontado como líder e preso em Vila Velha; os irmãos Jackson Leite de Sousa, 33, e Jefferson Leite de Sousa, 35; e a cunhada Thays Martins Nascimento, 27, esposa de Jefferson, presos em Minas Gerais.

Como o grupo atuava, segundo a investigação

As investigações, iniciadas em 2024, indicam que o grupo passou a ofertar empréstimos pelo mesmo site falso. Com os dados coletados de interessados, a organização aplicava novos golpes.

O delegado Rodrigo de Mello Toscano, respondendo pela Delegacia de Polícia (DP) de Piúma, afirmou que houve vítimas em cinco estados. Segundo ele, Diego Leite de Sousa chegou a movimentar mais de R$ 18 milhões.

Prisão e origem dos suspeitos 

Ainda conforme o delegado, o grupo, natural de Piúma (Sul do Espírito Santo), fugiu para os locais onde as prisões ocorreram durante a apuração. Além das prisões, foi cumprido um mandado de busca e apreensão.

As apurações apontaram que, anteriormente, o pai e a mãe dos suspeitos já haviam sido investigados por outros golpes aplicados em Piúma.

O grupo foi autuado por estelionato qualificado e por organização criminosa. As circunstâncias e a rota do dinheiro seguem sob investigação.



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