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Polícia

Polícia descarta motivação política em assassinato de suplente a vereador

Suplente de vereador foi morto a tiros no dia das eleições de 2024; investigação atribui o crime a integrantes do tráfico local

Polícia descarta motivação política em assassinato de suplente a vereador
- Renato Rosa era suplente de vereador e foi morto com pelo menos 20 tiros
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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A hipótese de motivação política que girava entorno do assassinato do suplente ao cargo de vereador em Vila Valério, Noroeste do Espírito Santo, Renato Rosa, o “Fenômeno”, morto com, pelo menos, 20 tiros em 06 de outubro de 2024, foi descartada após as investigações apontarem a participação de integrantes do tráfico local no crime.

De acordo com o titular da Delegacia de Polícia de Vila Valério, delegado Erick Esteves, apesar do crime ter acontecido no dia das eleições da epóca, a hipótese de motivação política foi descartada, considerando que a vítima não aceitava as imposições da organização criminosa na região.

“O Renato não aceitava determinadas imposições do grupo criminoso. E, segundo informações que nós pudemos levantar, ele realmente portava arma de fogo ilegal e, por isso, os traficantes tinham um receio dele. Houve uma tentativa anterior de tentar matá-lo, mas ele conseguiu, por incrível que pareça, balear dois bandidos. E os bandidos seguraram esse fato e, quando tiveram a primeira oportunidade, foram lá e mataram o Renato”, expôs Esteves.

Ao todo, quatro autores, identificados como Gabriel da Cunha Guedes, 28 anos, Elisson Victor Borges D’ajuda, 21 anos, Kaio Rodrigues da Vitória, 23 anos, e Marlom Nunes Carvalho, 23 anos, foram presos e denunciados pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), tornando-se réus em ação penal.




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