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Detento morto em presídio cumpria pena por matar a própria filha em ritual de magia

Mateus Cardoso Barbosa, 24 anos, foi assassinado por colegas de cela no CDPSDN; ele cumpria pena por matar a filha de 3 meses asfixiada

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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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O detento Mateus Cardoso Barbosa, 24 anos, que foi morto, na última sexta-feira (21), por colegas de cela no Centro de Detenção Provisória de São Domingos do Norte (CDPSDN), cumpria pena desde 2024, por matar a própria filha, um bebê de 3 meses, em um ritual de magia, em Barra de São Francisco, no Noroeste do Espírito Santo. 

Na ocasião, a bebê foi morta por asfixia para ser entregue como oferta em um ritual. A mãe da criança também foi responsabilizada criminalmente pelo ocorrido. 

Mateus foi morto dentro de uma cela durante uma briga com outros dois detentos, que assumiram ter usado um lençol e um pedaço de lâmina de barbear para cometer o crime. Ao lado do corpo dele foi encontrada a seguinte frase escrita: “Morri, porque matei minha filha, vacilei”. 

Os suspeitos foram identificados pela Secretaria de Justiça (Sejus), como detento A.C.D.,  preso desde junho de 2025, pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil e tentativa de homicídio, e interno L.C., preso março deste ano por furto. 



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