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Polícia

Ex acusado de matar cerimonialista em acidente no Sul do ES é preso

Emília Oliosi Breda morreu em um acidente no dia 15 de fevereiro de 2024; namorado dirigia alcoolizado

Ex acusado de matar cerimonialista em acidente no Sul do ES é preso
- O acidente foi registrado na rodovia que liga Piúma a Anchieta, no Sul do Espírito Santo
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Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

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O motorista do carro envolvido no acidente que tirou a vida da cerimonialista Emília Oliosi Breda, ocorrido na madrugada do dia 15 de fevereiro do ano passado, foi preso na manhã desta quinta-feira (11). No último dia 8, Eduardo Saudino, ex-namorado da jovem havia sido indiciado pelo Ministério Público por homicídio doloso. 

O acidente foi registrado na rodovia que liga Piúma a Anchieta, no Sul do Espírito Santo. Emília tinha 26 anos e morreu no dia do próprio aniversário. O casal estava em um veículo blindado e quando o motorista capotou com o veículo e a mulher morreu presa às ferragens. Na ocasião, Eduardo ficou ferido e foi levado para um hospital em Vitória.

Segundo a Polícia Civil, o motorista, de 37 anos, foi localizado no município de Alfredo Chaves e conduzido para a Delegacia de Delitos de Trânsito (DDT), em Vitória. 

Mais informações sobre a prisão serão repassadas em uma coletiva de imprensa, e esta matéria será atualizada. 

Denúncia

De acordo com a denúncia do Ministério Público, no dia do acidente, Eduardo teria dirigido alcoolizado, em alta velocidade e mesmo com a habilitação suspensa. Para o MP, essas circunstâncias indicam que ele assumiu o risco de provocar a morte, motivo pelo qual o caso foi encaminhado ao Tribunal do Júri. A acusação também aponta emprego de meio que resultou em “perigo comum” e “crueldade”, já que o carro capotou várias vezes antes de parar.

Com a decisão, Eduardo responde agora por homicídio qualificado e pode ser julgado por um conselho de sentença. A pena, em caso de condenação, pode ultrapassar 12 anos de prisão.




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