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Vila Velha

Família de aposentado encontrado morto acredita que ele tenha sofrido assalto

Filho de Antônio Marcelino Gobbi relata ligações recusadas, tentativas de acesso a contas e marcas de pancadas antes de ele ser achado morto no mar

Família de aposentado encontrado morto acredita que ele tenha sofrido assalto
- Idoso saiu para ir ao dentista e não foi mais visto
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



A família do aposentado Antônio Marcelino Gobbi, 79 anos, que havia saído para ir ao dentista em Vila Velha e foi encontrado morto no mar de Vitória, na tarde de quarta-feira (26), acredita que o idoso tenha sido assaltado antes de morrer. 

O procurador Bruno Gobbi, filho da vítima, contou em reportagem à TV Tribuna/Band, que quando a família percebeu que o aposentado estava demorando a retornar, tentou entrar em contato com ele por diversas vezes, mas as chamadas eram recusadas. 

“Eu comecei a ligar. Aí eu achei estranho porque o telefone tocava, duas ou três vezes no máximo, chegava a chamar, mas alguém desligava, parecia que alguém desligava, porque aí parava de chamar. Não chamava até cair e não dava nenhum sinal como se estivesse desligado”, disse o filho. 

De acordo com o filho da vítima, que administra as contas bancárias do pai, no mesmo dia do desaparecimento, na terça-feira (25), foram verificadas tentativas de acesso ao aplicativo do banco e email do aposentado, além de solicitações de empréstimos. 

“Onze horas da manhã a gente estava tentando ligar e estavam vindo essas mensagens. Eles ficaram tentando fazer operações e tomar o email até nove e meia da noite, e depois pararam de vez”, contou Bruno. 

Além disso, Bruno foi reconhecer o corpo do pai e afirmou ter percebido marcas na testa da vítima, similares a coronhadas. Contudo, o laudo pericial concluiu que a causa da morte foi por afogamento. 

“Eu percebi que havia marcas de pancadas na testa, como se fosse parecido com coronhadas, mesmo. A funerária que fez o preparo do corpo viu que haviam marcas na testa e na nuca, inclusive, eles até passaram maquiagem para não ficar muito intenso. Marcas contundentes, de pancada na cabeça”, expôs. 

Anteriormente, a Polícia Civil informou que o procedimento foi encaminhado para o Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), que devia aguardar o resultado dos exames. Contudo, a reportagem voltou a questionar sobre a possibilidade de investigação de assalto, mas até a publicação da matéria não houve retorno. 

O texto será atualizado conforme novas informações. 



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