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Polícia

Fiscalização apreende 8,5 toneladas de café em supermercados da Grande Vitória

Foram constatadas irregularidades nos produtos da marca produzida no estado de Goiás e comercializada no Espírito Santo

Fiscalização apreende 8,5 toneladas de café em supermercados da Grande Vitória
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Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

Última atualização

Mais de 8,5 toneladas de produtos foram retirados do mercado na Grande Vitória após uma operação da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decom) voltada ao combate a fraudes contra o consumidor relacionadas à qualidade e à comercialização de café no Espírito Santo. 

As ações aconteceram na quinta-feira (10), sábado (12) e terça-feira (15), em diversos estabelecimentos comerciais da Grande Vitória. Como resultado, foram apreendidas aproximadamente 8,5 toneladas de café de uma marca produzida no estado de Goiás e comercializada no Espírito Santo.

A fiscalização aconteceu após análises feitas pelo Laboratório Central do Espírito Santo (Lacen/ES), que constataram irregularidades no produto. Entre os problemas identificados está o índice de umidade acima do limite permitido. Essa condição aumenta o peso do produto sem representar a quantidade efetiva de café entregue ao consumidor.

Também foram identificadas irregularidades no rótulo das embalagens, com informações que poderiam induzir o consumidor a erro quanto às características e à quantidade do produto comercializado.

“Os estabelecimentos comerciais fiscalizados não são, neste momento, apontados como responsáveis pelas irregularidades identificadas. As investigações terão como foco a empresa responsável pela fabricação do produto, com o objetivo de apurar eventual prática de crimes contra as relações de consumo”, explicou o titular da Decon, delegado Eduardo Passamani.

Os responsáveis poderão responder criminalmente pelas irregularidades constatadas. Os crimes relacionados às relações de consumo investigados podem resultar em penas de dois a cinco anos de prisão, conforme o enquadramento jurídico dos fatos.



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