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Polícia

Homem apontado como gerente do PCV é preso após fugir de patrulha em Vitória

Caio de Souza Sá, o "Caio Capeta", foi preso em Vitória após tentar fugir a pé; ele tinha mandado por homicídio qualificado em aberto.

Homem apontado como gerente do PCV é preso após fugir de patrulha em Vitória
- Caio de Souza Sá, o "Caio Capeta", foi preso em Vitória
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Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

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Um dos criminosos mais procurados da região de Santos Dumont, em Vitória, foi preso na madrugada desta sexta-feira (17) após tentar fugir durante um patrulhamento a pé.

A ação foi realizada pela Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), que prendeu Caio de Souza Sá, de 29 anos, conhecido como “Caio Capeta”. Ele é apontado como gerente do Primeiro Comando da Vitória (PCV) no bairro.

Fuga por vielas e cerco tático durante patrulhamento

Por volta de 3h30, militares da Patrulha de Aglomerados da 6ª Companhia do 1º BPM faziam incursão a pé pelas escadarias do bairro Consolação quando avistaram o suspeito.

Ao perceber que seria abordado, ele correu pelas vielas e invadiu uma residência na Alameda São Cosme Damião. Os policiais fizeram o cerco tático e o alcançaram dentro do imóvel.

Segundo a PMES, o suspeito tentou ocultar a identidade no momento da abordagem, mas foi reconhecido. Depois, admitiu que sabia da existência do mandado de prisão preventiva e que, por isso, tentou escapar.

Com ele, os militares apreenderam R$ 810,00 em dinheiro e um celular. “Caio Capeta” foi levado sem ferimentos para a 1ª Delegacia Regional de Vitória, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão.

Mandado por homicídio e ataque a tiros que matou trabalhador

A ordem de prisão foi expedida pela 1ª Vara Criminal de Vitória por homicídio qualificado. “Capeta” é réu por ter sido um dos líderes do ataque a tiros contra um bar em Santos Dumont, na noite de 18 de janeiro de 2026.

De acordo com a apuração descrita no mandado, o atentado foi motivado por disputa territorial entre facções pelo controle do tráfico. Na ocasião, os atiradores dispararam no local, que estava cheio de pessoas alheias ao conflito.

O ataque matou Bruno Santos Gouvêa, um trabalhador de 26 anos que atuava como técnico de refrigeração e, segundo a investigação, não tinha ligação com o crime.

“completa aversão à ordem social” e uma “tentativa de intimidação” contra a comunidade e grupos adversários para afirmar o domínio territorial da facção.

Após o cumprimento do mandado, ele segue à disposição da Justiça e será encaminhado ao sistema prisional.



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