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Polícia

Homem é espancado por grupo de cavaleiros após atropelar animal no ES

Cavalo e tutor foram atingidos às margens da rodovia ES-315, em Boa Esperança

Homem é espancado por grupo de cavaleiros após atropelar animal no ES
- Segundo a família do motorista, carro também teria sido depredado pelo grupo
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

Última atualização



Um homem de 60 anos está hospitalizado em estado grave após ser espancado por um grupo de cavaleiros na zona rural de Boa Esperança, no Noroeste do Espírito Santo, no último domingo (12). De acordo com informações apuradas pela reportagem da TV Tribuna/Band, o homem, identificado como Ademilson Roque Gonçalves, teria sido agredido após atropelar um cavalo na rodovia ES-315. 

Segundo a Polícia Militar, Ademilson colidiu com o animal, que transitava às margens da via, arremessando o cavalo e o tutor que estava montado no animal. Eles faziam parte de uma comitiva de cavaleiros, que estaria presente no momento do fato. 

A família do homem afirma que o grupo o agrediu com esporas, um objeto metálido usado por cavaleiros. O carro também foi depredado. Ele foi socorrido ao hospital com diversas lesões pelo corpo.

Já o condutor do cavalo foi socorrido por familiares e encaminhado para o hospital. Não há informações sobre o estado de saúde do animal.

Ainda segundo a Polícia Militar, o motorista não foi submetido ao teste do bafômetro devido a gravidade dos ferimentos. O veículo, que não possuía restrições, ficou sob responsabilidade de um familiar.

De acordo com a Polícia Civil, o caso é investigado pela Delegacia de Polícia (DP) de Boa Esperança e, até o momento, nenhum suspeito foi detido. “Informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181). Essas informações podem ser cruciais para o avanço das investigações”, completou.



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