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Polícia

Investigado destrói celular durante operação contra lavagem de dinheiro no ES

Ação foi realizada em três cidades capixabas e Justiça determinou bloqueio de bens e valores de investigados

Investigado destrói celular durante operação contra lavagem de dinheiro no ES
- Durante o cumprimento de uma das medidas, um dos investigados destruiu o próprio aparelho celular
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Redação Tribuna Online

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Um investigado destruiu o próprio celular durante a Operação Artlife, deflagrada nesta terça-feira (15) contra lavagem de dinheiro no Espírito Santo.

A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em Guarapari, Vila Velha e Cariacica. A operação foi conduzida pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-Central).

Segundo o MPES, a investigação apura indícios de lavagem de dinheiro ligados à atuação de uma organização criminosa. Durante o cumprimento de uma das medidas judiciais, um dos investigados destruiu o próprio aparelho celular, cuja identidade não foi divulgada.

Justiça manda bloquear bens e valores

As medidas foram autorizadas pela Vara Criminal de Anchieta, responsável pelo Juízo das Garantias. Além das buscas e apreensões, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores no curso da investigação.

A apuração busca identificar e rastrear patrimônio, movimentações financeiras e circulação de dinheiro em espécie. Documentos e equipamentos eletrônicos foram apreendidos e serão analisados pelas equipes responsáveis.

A operação mobilizou dois promotores de Justiça do Gaeco e 37 policiais militares. Também participaram equipes do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES, do Batalhão de Missões Especiais (BME), da Companhia Independente de Operações Especiais e Combate ao Crime Organizado (CIOE) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC).

Investigação continua

As investigações prosseguem com a análise dos dados digitais e documentos apreendidos, além da realização de depoimentos e interrogatórios.

O MPES não informou, até o momento, a identidade dos investigados, o valor dos bens e recursos bloqueados nem detalhes sobre a organização criminosa investigada.





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