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Polícia

Irmãos são presos suspeitos de furtos e produção clandestina de mel no ES

Irmãos de 40 e 41 anos foram presos na Operação Zé Colmeia, suspeitos de furtar propriedades rurais e produzir e vender mel clandestino no Sul do ES.

Irmãos são presos suspeitos de furtos e produção clandestina de mel no ES
- Homem realizava transporte do mel para outros municípios; material foi apreendido
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



Dois irmãos, 40 e 41 anos, foram presos suspeitos de furtar ferramentas e meteriais de propriedades rurais, além de produzir e comercializar mel clandestinamente. As prisões ocorreram em Guaçuí e Dores do Rio Preto, nas regiões do Caparaó Capixaba e no Sul do Espírito Santo, durante a Operação Zé Colmeia, deflagrada na última quinta-feira (03). 

Um dos irmãos é investigado por envolvimento em furtos cometidos em propriedades rurais nos municípios de Iconha, Rio Novo do Sul e Itapemirim.

Na casa da mãe dos suspeitos, a Polícia Civil apreendeu diversos objetos que os suspeitos não conseguiram comprovar a procedência. Entre os itens estão motosserras, roçadeiras, furadeiras, esmerilhadeiras, serra tico-tico, máquina de solda, selas para cavalos, aparelho de televisão, computadores, aparelho de ar-condicionado e micro-ondas. 

O material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Guaçuí para análise. 

Produção clandestina de mel

Em um outro imóvel alugado pelos suspeitos, localizado no bairro Antônio Francisco Moreira, em Guaçuí, foram encontradas diversas garrafas contendo um produto com aparência semelhante ao mel de abelha. As investigações apontaram que o local era utilizado para uma possível produção clandestina do produto.

Além disso, no imóvel havia rótulos de associações de produtores de municípios do estado de Minas Gerais, indicando que seriam utilizados nas garrafas de mel. 

Comercialização e furtos

As investigações indicaram, ainda, que um dos suspeitos transportava o produto de Guaçuí para os municípios de Iconha, Rio Novo do Sul e Itapemirim, onde identificava propriedades rurais que poderiam ser alvos de furtos. 

Os dois homens foram conduzidos ate a Delegacia de Polícia de Guaçuí, onde prestaram depoimento e foram liberados. 

A Polícia Civil informou que as investigações continuam, e os materiais apreendidos serão analisados para auxiliar no esclarecimento dos fatos e na identificação da eventual origem dos produtos.



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