A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o ex-integrante do grupo Polegar, Rafael Ilha, seja ouvido por carta precatória em São Paulo, nos próximos dias, em processo que a família da vereadora Marielle Franco move contra o cantor por ofensas à honra e à memória dela. A parlamentar foi assassinada em março de 2018, junto a seu motorista, Anderson Gomes. As informações são do jornal O Globo.
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Segundo a publicação, quando Rafael participou do podcast Cortes do Inteligência, em agosto de 2021, ele afirmou que “Marielle era envolvida com crime” e foi “eleita pelo crime organizado”. De acordo com a decisão do juiz Sandro Lúcio Barbosa Pitassi, as ofensas foram retiradas do ar e os arquivos ficarão guardados pelo Google até o final do processo. O pedido de indenização é de R$ 100 mil, caso haja condenação.
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