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Polícia

Ministério Público denuncia empresário por assassinato em Cachoeiro de Itapemirim

Segundo as investigações, suspeito simulou suicídio da vítima para enganar policiais; relembre o caso

Ministério Público denuncia empresário por assassinato em Cachoeiro de Itapemirim
- Ministério Público do Espírito Santo participa da operação
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

Última atualização

Um empresário, que não teve o nome divulgado, foi denunciado pelo Ministério Público por um assassinato ocorrido em maio do ano passado em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo.

Segundo as investigações, o crime de homicídio qualificado, que vitimou Gedeão Pereira Vasconcelos, ocorreu na casa do acusado, no bairro Paraíso. Na ocasião, segundo as denúncias, ambos estavam juntos fazendo uso de substâncias entorpecentes quando o empresário efetuou um disparo de arma de fogo contra a vítima, o atingindo na cabeça.

Gedeão chegou a ser socorrido por uma ambulância do Samu com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dois dias depois do ocorrido.

Quando foi questionado pela polícia, o  empresário negou o crime de homicídio e afirmou que viu a vítima efetuando o disparo contra si, cometendo suicídio. No entanto, durante a investigação, perícias indicaram que a versão do suspeito não era verdadera.

“Ao longo da investigação, constatou-se que o denunciado alterou o local do crime, posicionando a arma de fogo ao lado do corpo da vítima, com o objetivo de sustentar a falsa versão de que Gedeão havia cometido suicídio”, informou o Ministério Público.

Após as diligências, o Ministério Público denunciou o homem por inovação artificiosa do local do crime, além do homicídio qualificado que dificultou a defesa da vítima. O caso, agora, tramita na 1ª Vara Criminal de Cachoeiro de Itapemirim, em segredo de justiça.




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