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Polícia

Mulher é presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras ilegais no ES

Operação cumpriu quatro mandados de busca e apreensão; foram apreendidos seringas, tirzepatida, 6 kg de comprimidos e material para distribuição

Mulher é presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras ilegais no ES
- Material apreendido durante a operação
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



Uma mulher foi presa em flagrante, nesta quinta-feira (16), durante operação da Polícia Federal (PF) contra o comércio ilegal de canetas emagrecedoras e outros medicamentos para emagrecimento sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo a PF, a suspeita mantinha os produtos em depósito para revenda.

Mandados e alvos da operação

Além da prisão, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, nos municípios de Vitória, Cariacica e Linhares.

São investigadas a aquisição, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de medicamentos para emagrecimento sem a devida autorização da Anvisa, inclusive aqueles anunciados e vendidos por redes sociais e aplicativos de mensagens.

O que foi apreendido

  • Celulares;
  • Seringas com medicamento para emagrecimento;
  • Frascos rotulados como contendo tirzepatida;
  • Medicamentos emagrecedores;
  • 6 kg de comprimidos;
  • Baldes com comprimidos sem identificação individual;
  • Embalagens, frascos, sacolas e envelopes para remessa postal;
  • Materiais usados no acondicionamento e na distribuição.

Os materiais apreendidos serão submetidos à identificação da composição, da origem e da regularidade sanitária.

Enquadramento legal e próximos passos

A suspeita foi conduzida à Superintendência Regional da PF para os procedimentos de polícia judiciária. Ela deve responder por comercialização, distribuição e manutenção em depósito de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem registro no órgão de vigilância sanitária competente.



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