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Polícia

Nove integrantes de grupo associado ao Comando Vermelho em Fundão são presos

Ação em Praia Grande mobilizou 80 policiais civis, teve apoio do Notaer e prendeu dois irmãos apontados como líderes da "Tropa da Finlândia"

Nove integrantes de grupo associado ao Comando Vermelho em Fundão são presos
- Imageador aéreo realizou vigilância dos policiais que estavam em operação
Foto de perfil de Layna Cruz

Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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pessoas foram presas durante a Operação “Libertar”, deflagrada na última terça-feira (30), na região de Praia Grande, em Fundão. Os detidos são investigados por integrar o grupo autodenominado “Tropa da Finlândia”, associado ao Comando Vermelho (CV).

A ação mobilizou 80 policiais civis, contou com apoio do Notaer e cumpriu mandados de busca e apreensão. Na ocasião, foram apreendidos cerca de 1 kg de crack e um simulacro.

Estrutura do grupo e investigados foragidos

Entre os presos estão dois irmãos apontados como gerentes gerais da organização criminosa. Os demais suspeitos já tinham passagens pela Justiça por crimes como homicídio, e dois dos nove detidos usavam tornozeleira eletrônica.

O titular da Delegacia de Polícia de Fundão, delegado Leandro Sperandio, afirmou que o grupo era coordenado por três irmãos e usava armamento de fogo, pichações, intimidação de moradores e obstrução de passagens para impor poder e delimitar território.

“É um grupo criminoso que está ali no bairro Direção, que acaba se irradiando um pedacinho para Nova Almeida também, com o tráfico de drogas que começa, antigamente, com moradores dali, pessoas que são ‘crias’ da comunidade, mas que agora passaram a tentar colocar uma estrutura de facção criminosa de obstrução de via, de delimitação de territórios com pichações, expulsando algum eventual morador que possa ir de encontro com os interesses deles, e tentar fazer ali um domínio territorial”

Apesar das prisões, cinco suspeitos investigados — entre eles um terceiro irmão apontado como parte da liderança — seguem foragidos.



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