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Polícia

Operação prende suspeito de aplicar golpes e fraudes bancárias no ES

Suspeito utilizava documentos falsos para abrir contas e fazer empréstimos no nome das vítimas

Operação prende suspeito de aplicar golpes e fraudes bancárias no ES
- Material apreendido com o grupo criminoso incluia docuemntos falsos
Foto de perfil de Nathália Cantarela

Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

Última atualização



A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (22), em Vila Velha, um homem de 53 anos investigado por integrar uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias. A operação ainda desarticulou o grupo responsável por causar prejuízos financeiros por meio de crimes cometidos no ambiente digital.

O detido seria o responsável por ir até as agências bancárias e efetivar os golpes. “Nesse grupo criminoso eles eram ‘clientes’ de programas que forneciam dados pessoais das vítimas, como nome, filiação, data de nascimento e até endereço das pessoas de bem”, explicou o delegado Leandro Sperandio.

Segundo informações do Tribuna Notícias, as investigações das fraudes bancárias começaram após a polícia receber diversas denúncias parecidas. Em uma primeira fase da operação, três suspeitos já foram presos, no ano passado. A Polícia Civil recebeu a informação de que um grupo estava em uma agência localizada em Aracruz, comentendo o mesmo crime. Buscas foram feitas e as prisões ocorreram. Entre os detidos, inclusive, estava o mentor do grupo.  

“Um integrante ia até a agência bancária, com documento falso, comprovante de residência falso e comprovante de renda também falsificado e abria uma conta bancária. Instalavam o aplicativo do banco no celular para fazer a fraude. Depois, outros membros desse grupo criminoso fraudavam financiamento de veículos e imóveis, além de empréstimos bancários. Depois, uma pessoa de bem ficava com aquele rombo perante ao banco, mesmo sem nunca ter efetivamente aberto uma conta bancária naquela agência”, detalhou Sperandio.

Pelo menos 60 pessoas e diversas agências bancárias do Norte do Estado teriam sido vítimas. Agora, a polícia investiga se a quadrilha tem ramificações. “Com certeza essa quadrilha tem pelo menos mais cinco ou seis integrantes, que são os indivíduos de menor função nessa organização”, destacou ainda o delegado. 




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