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Polícia

Polícia apreende 1.025 figurinhas da Copa supostamente falsificadas em Guaçuí

Denúncia anônima apontou impressão e venda por preço abaixo do original; material vai passar por perícia e inquérito foi instaurado

Polícia apreende 1.025 figurinhas da Copa supostamente falsificadas em Guaçuí
- Figurinhas foram apreendidas em uma gráfica no Centro de Guaçuí
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Atilio Esperandio

Jornalista formado pela FAESA é apaixonado por esportes e especialista em esportes capixaba. Atualmente é repórter multimídia no portal Tribuna Online onde cobre o Brasil e o mundo, além de apresentar o podcast Apita Aí na TV Tribuna Band, sempre falando do melhor do esporte!

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Foram apreendidas na manhã desta quinta-feira (28), 1.025 figurinhas da Copa do Mundo FIFA supostamente falsificadas. A ação ocorreu em uma gráfica no Centro de Guaçuí, na Região do Caparaó Capixaba.

As equipes da Polícia Civil chegaram até o local após receberem uma denúncia anônima de que os donos dessa gráfica estariam imprimindo as figurinhas e depois vendendo para os interessados por valor menor do que o preço original da fabricante. Além disso, estaria acontecendo a divulgação da venda por meio de redes sociais, onde eram repassadas todas as informações, como preço, quantidade, entre outros.

Logo ao chegar na gráfica, os agentes encontraram sobre a mesa da frente, diversas figurinhas. Uma das proprietárias da gráfica estava no local e alegou ter recebido o arquivo digital de uma cliente e somente ter efetuado a impressão do material, dizendo desconhecer que isso seria proibido.

“Todo o material, inclusive o digital, foi apreendido e levado à Delegacia, onde foram contabilizadas 1.025 figurinhas da Copa do Mundo FIFA, impressas, algumas já cortadas prontas para entrega, as quais serão encaminhadas para perícia, a fim de atestar a falsidade, e então dar prosseguimento à apuração e responsabilização criminal”, explicou a titular da DP de Guaçuí, delegada Yasmin Fassarella.

O inquérito policial foi instaurado e os responsáveis serão investigados pelo crime de violação de direito autoral e crime contra a relação de consumo, cujas penas, somadas, podem chegar a cinco anos.


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