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Polícia

Polícia busca por faca usada no assassinato de Dante Michelini

Willian Santos Monzoli decapitou o empresário após ser expulso do sítio a pauladas dias antes. Cabeça da vítima foi encontrada nesta quarta

Polícia busca por faca usada no assassinato de Dante Michelini
- Dantinho Micheline foi morto em seu sítio, em Meaípe. Willian Monzoli confessou o crime e mostrou o local onde estava a cabeça do empresário
Foto de perfil de Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho é jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 2007, e tem aproximadamente 20 anos de experiência na profissão. É repórter multimídia das editorias de Cidades e Polícia do Jornal A Tribuna, com reportagens também publicadas no portal Tribuna On-line. Escreve reportagens especiais semanais para a editoria de Polícia do Jornal A Tribuna. Tem experiências com apresentações de podcasts e videocasts, além da participação ao vivo em telejornais da TV Tribuna, em colaboração com apresentadores, em casos de repercussão. Na função de redatora, atuou por 9 anos em editorias como Polícia, Cidades, Economia e Política do jornal impresso.

Última atualização


A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros ainda estão em busca da faca utilizada no assassinato do empresário Dante Brito Michelini, o Dantinho, 76 anos.

O suspeito Willian Santos Monzoli, 29 anos, confessou que utilizou uma faca-alicate (de corte conjugado) para decapitar a vítima. A cabeça foi encontrada a quatro metros de profundidade, no canal de Guarapari, e as buscas pela faca se estendem a sete metros de profundidade.

“Nossa equipe permanece no local, porque o armamento ainda permanece submerso. Ainda é uma das nossas missões tentar recuperar este armamento”, afirmou o capitão Mendes, da equipe de Mergulho de Segurança Pública do Corpo de Bombeiros.

Segundo o perito oficial geral da Polícia Científica (PCIES), Carlos Alberto Dal-cin, o corpo de Dante passou por necropsia, onde foram identificadas lesões e coletados materiais para exames posteriores. A identificação da vítima foi confirmada por exame papiloscópico (estudo das papilas dérmicas, analisando impressões papilares únicas nos dedos, palmas das mãos e solas dos pés).

“É importante a coleta de material nas unhas, pois se houve luta corporal, houve repasse de material biológico de um para o outro, o que é possível comparar por exame de DNA”, afirmou o perito oficial geral.

Carlos Alberto Dal-cin disse que, inicialmente, a vítima apresentava decapitação, duas facadas na dorsal, sendo uma na região dos ombros e outra próxima ao pescoço. “Foi uma morte violenta por arma branca”, destacou o perito oficial geral.



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