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Quadrilha é presa por golpes que causaram prejuízo de R$ 2 milhões a cooperativa

Três homens e uma mulher foram presos durante a Operação Avaritia, deflagrada na quarta-feira (06), em Marataízes e Cachoeiro de Itapemirim

Quadrilha é presa por golpes que causaram prejuízo de R$ 2 milhões a cooperativa
- Material apreendido
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

Última atualização



Três homens e uma mulher, que não tiveram as identidades divulgadas, foram presos, na quarta-feira (06), suspeitos de integrar uma quadrilha responsável por aplicar golpes que causaram um prejuízo superior a R$ 2 milhões a uma cooperativa de crédito da região Sul do Espírito Santo. 

Os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Guarapari, foram cumpridos em Marataízes e em Cachoeiro de Itapemirim.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos cinco veículos, entre eles motos e um carro comprado recentemente, avaliado com um alto valor de mercado. Também foram retidos mais de R$ 60 mil em espécie, celulares, notebooks, joias, dezenas de cartões bancários, documentos e anotações dos suspeitos, que podem contribuir na investigação. 

Além disso, foi determinado pela Justiça o bloquei de mais de R$ 2 milhões nas contas bancárias dos suspeitos, com o objetivo de ressarcir a instituição financeira prejudicada. 

Os suspeitos devem responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais. Segundo a Polícia Civil, agora, as investigações buscam identificar outros envolvidos. 

Sobre o crime

O titular da Delegacia de Polícia de Marataízes, delegado Thiago Gomes Viana, explicou que o grupo atuava de forma estruturada, distribuindo funções entre os integrantes. Diante disso, eles realizavam furtos qualificados por meio de fraudes eletrônicas contra a cooperativa. 

Para ocultar os valores desviados, os suspeitos adquiriam veículos e praticavam pulverização de transferências bancárias, com o intuito de dificultar o rastreamento do dinheiro. De acordo com Viana, a fraude foi identificada pela cooperativa, que denunciou o caso à Polícia Civil. 

Operação 

As prisões ocorreram durante a Operação Avaritia, que contou com a ação conjunta entre a Polícia Civil,  por meio da Delegacia de Polícia de Marataízes, a 9ª Delegacia Regional de Itapemirim, a Ronda Ostensiva Municipal (Romu) e o Serviço de Inteligência da Guarda Civil Municipal de Marataízes.



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