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Polícia

“Todo mundo em pânico”: operação mira integrantes do PCV na Serra e em Minas Gerais

Segundo o Ministério Público, líderes da facção estão atuando dentro de presídios através de mensagens repassadas por familiares e advogados

“Todo mundo em pânico”: operação mira integrantes do PCV na Serra e em Minas Gerais
- Buscas são realizadas na Serra e em Belo Horizonte, Minas Gerais
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

Última atualização



A facção Primeiro Comando de Vitória (PCV) é alvo, nesta quarta-feira (14), de uma ação conjunta entre autoridades do Espírito Santo e de Minas Gerais. A operação, que recebeu o nome de “Todo Mundo em Pânico”, realizou, até o momento, a prisão de seis suspeitos — além da apreensão de oito aparelhos celulares. Uma pessoa é considerada foragida.

A investigação foi instaurada pelo Ministério Público capixaba, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO-Central). Também participam da operação a Polícia Militar do Espírito Santo, o GAECO de Minas Gerais e policiais militares mineiros. 

De acordo com o Ministério Público, o objetivo é colher provas de atividades criminosas de membros do PCV. Investigadores apontam que a facção está agindo de forma organizada e contínua, principalmente no tráfico de drogas, no município da Serra, na Grande Vitória.

Ainda de acordo com o órgão, foram obtidas provas de que líderes da organização criminosa dão ordens de dentro de unidades prisionais, através de mensagens repassadas por familiares e advogados. “As determinações são repassadas e cumpridas pelos integrantes em liberdade da organização criminosa, cada qual com sua função”, informou o Ministério Público.

A operação tem como objetivo cumprir sete mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão na Serra e em Belo Horizonte, em Minas Gerais, expedidos após uma decisão judicial da 4ª Vara Criminal da Serra.




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